EDUCAR NA ERA DA HIPERCONEXÃO: UM OLHAR DA NEUROEDUCAÇÃO SOB A APRENDIZAGEM DA GERAÇÃO ALPHA
DOI:
https://doi.org/10.47879/ed.ep.202500170p63Palavras-chave:
neuroeducação, Geração Alpha, metodologias ativas, aprendizagemResumo
O artigo discute a relevância da neuroeducação no contexto educacional da Geração Alpha, estudantes nascidos a partir do ano de 2010, marcada pela hiperconectividade e pelo acesso contínuo às tecnologias digitais. Para compreender essa nova realidade, torna-se essencial investigar os princípios da neuroeducação em articulação com metodologias ativas, que contribuem para um processo de ensino-aprendizagem mais significativo, humanizado e engajador. A pesquisa propõe uma reflexão teórico-crítica, sustentada por autores como Herculano-Houzel (2010), Cosenza e Guerra (2011), Murray (1983), Bonin (2011), entre outros, integrando conceitos neuroeducacionais a práticas pedagógicas inovadoras. Nesse contexto, evidencia-se que a neuroeducação, ao valorizar emoções, curiosidade e estimular a plasticidade cerebral, configura-se como uma abordagem ética e transformadora, capaz de converter o tédio em aprendizagem ativa.
A. Essa perspectiva promove o protagonismo dos estudantes na construção do próprio conhecimento e ressignifica o papel do professor, que deixa de ser mero transmissor de conteúdo para assumir a função de mediador do saber. Assim, vislumbra-se uma escola viva, dinâmica e participativa, apta a enfrentar os desafios da contemporaneidade e a formar sujeitos críticos, criativos e emocionalmente equilibrados.

