TRILHAS INTERPRETATIVAS COMO RECURSO DIDÁTICO PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS: EXPLORANDO A BIODIVERSIDADE DOS FUNGOS
DOI:
https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260255p31Palavras-chave:
Educação Significativa, Cotidiano, Teoria e práticaResumo
O ensino de Ciências tem papel fundamental na formação integral dos estudantes, ao desenvolver competências e habilidades científicas relacionadas ao cotidiano. Este relato descreve uma experiência pedagógica com alunos do 8º ano, voltada ao ensino do conteúdo sobre o Reino Fungi por meio de trilhas interpretativas ecológicas. Diante da complexidade do tema e da limitação de abordagens expositivas tradicionais, a atividade buscou articular teoria e prática, favorecendo uma aprendizagem contextualizada, interdisciplinar e significativa. Durante a trilha, os estudantes puderam observar, de forma concreta e lúdica, diferentes tipos de fungos no ambiente natural, compreendendo sua presença e importância ecológica. Esse contato direto com a realidade ampliou a percepção sobre a relação dos conteúdos científicos com a conservação ambiental e com a dinâmica dos ecossistemas, estimulando o pensamento crítico e investigativo. O trabalho foi desenvolvido por mim, professor de Ciências da Escola Municipal Manoel Cosme Alves e estudante de Licenciatura em Ciências Biológicas no Instituto Federal Baiano, campos Valença, integrando teoria acadêmica e prática docente. O objetivo central da experiência foi demonstrar como o uso de trilhas interpretativas pode contribuir para o processo de ensino e aprendizagem sobre fungos na disciplina de Ciências, promovendo maior engajamento e protagonismo discente.

