Brinquedos recicláveis e palhaçaria em hospitais
DOI:
https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260279Palavras-chave:
brinquedos recicláveis \, palhaçaria, hospitalResumo
A hospitalização infantil traz mudanças no cotidiano da criança, causando alterações no emocional, físico e social. Por isso é necessário desenvolver estratégias que humanizem esse processo, promovendo um ambiente acolhedor e afetivo.
Humanizar não é apenas sorrir constantemente, mas saber que as crianças estão com medos e angústias. A Política Nacional de Humanização - PNH, também chamada de “HumanizaSus”, foi lançada pelo Ministério da Saúde e propõe a importância da valorização dos sujeitos envolvidos no processo de produção de saúde, promovendo autonomia, participação coletiva e corresponsabilidade entre usuários, trabalhadores e gestores (BRASIL, 2003).
O brincar e a arte da palhaçaria são realizados em hospitais como formas de humanizar o cuidado de crianças e adolescentes hospitalizados. Quando você ri de uma palhaça ou de um palhaço, você está se aceitando como você é, o riso é um espelhamento. E é essa a nossa função social. Você se coloca em jogo, expõe o seu ridículo e a sua dor para outra pessoa se identificar, e quando ela ri acontece uma cura (Borges; Cordeiro, 2017).
De acordo com a Política Nacional de Humanização-PNH, criada em 2003, “humanizar pode ser entendido como incluir diferenças nos processos de cuidado e gestão em saúde” (Brasil, 2003). Os ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 representam um plano de ação global para eliminar a pobreza extrema e a fome, oferecer educação de qualidade ao longo da vida para todos, proteger o planeta e promover sociedades pacíficas e inclusivas até 2030 (ONU, 2015).

