SEPSE NO PRONTO ATENDIMENTO: DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DE PROTOCOLOS ASSISTENCIAIS

Autores

  • Laura Leme de Araujo Rodrigues da Silva
  • Vitor Christo Leone
  • Pedro Christo Leone
  • Giulia Weber Fernandes da Silva
  • Rebeca Ribeiro Marques

DOI:

https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260583p38

Palavras-chave:

SEPSE, PRONTO ATENDIMENTO, PROTOCOLOS ASSISTENCIAIS

Resumo

A sepse é uma síndrome de disfunção orgânica potencialmente fatal, decorrente de resposta desregulada do hospedeiro à infecção, e exige reconhecimento e tratamento precoces. No pronto atendimento, a apresentação clínica heterogênea, a sobreposição com outras condições agudas e a necessidade de decisões em curto intervalo de tempo tornam sua abordagem particularmente desafiadora. Protocolos assistenciais estruturados organizam a identificação de pacientes com suspeita de infecção e disfunção orgânica, a coleta de exames, o início de antimicrobianos, a ressuscitação e o encaminhamento para o nível assistencial adequado. As diretrizes da Surviving Sepsis Campaign recomendam que o tratamento e a ressuscitação sejam iniciados imediatamente, com reavaliação clínica contínua (EVANS et al., 2021).

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Publicado

2026-09-29

Como Citar

Silva, L. L. de A. R. da ., Leone, V. C. ., Leone, P. C. ., Silva, G. W. F. da ., & Marques, R. R. . (2026). SEPSE NO PRONTO ATENDIMENTO: DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DE PROTOCOLOS ASSISTENCIAIS. Epitaya E-Books, 1(138), 38-39. https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260583p38

Edição

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