LESÕES CUTÂNEAS SUSPEITAS: AVALIAÇÃO CLÍNICA, DERMATOSCOPIA E RASTREAMENTO DO CÂNCER DE PELE
DOI:
https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260583p52Palavras-chave:
LESÕES CUTÂNEAS SUSPEITAS, AVALIAÇÃO CLÍNICA, CÂNCER DE PELEResumo
A identificação precoce das neoplasias cutâneas depende do reconhecimento oportuno de lesões suspeitas e de encaminhamento adequado para confirmação diagnóstica. No Brasil, o câncer de pele não melanoma é o mais frequente e corresponde a cerca de 30% dos tumores malignos registrados no país, enquanto o melanoma, embora menos incidente, apresenta maior potencial de disseminação (INCA, 2025a; INCA, 2025b). Exposição à radiação ultravioleta, pele clara, história pessoal ou familiar de câncer de pele, múltiplos nevos e imunossupressão integram fatores que devem orientar a estratificação clínica do risco. Nesse cenário, a inspeção cutânea sistematizada e a dermatoscopia qualificam a avaliação, mas não substituem a confirmação histopatológica quando há suspeita de malignidade.

