https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/issue/feedEpitaya E-books2026-07-02T09:19:44-03:00Editora Epitayacontato@epitaya.com.brOpen Journal Systems<p class="p1"><span class="s1">A Epitaya E-books é uma plataforma</span> especializada em publicações acadêmicas e conta com um Comitê Editorial formado por consultores científicos reconhecidos em suas áreas de atuação.</p> <p class="p3">O que pode ser registrado na Epitaya E-books?</p> <ul class="ul1"> <li class="li3">Resultados de pesquisa;</li> <li class="li3">Revisão bibliográfica;</li> <li class="li3">Trabalho de Conclusão de Curso;</li> <li class="li3">Dissertação de Mestrado;</li> <li class="li3">Tese de Doutorado;</li> <li class="li3">Outros.</li> </ul> <p class="p1">Nosso foco é atender de maneira transparente com credibilidade para o autor antes, durante e após a publicação. Zelamos pela excelência na publicação de livros e e-books com vistas ao reconhecimento da produção técnica do autor.</p> <p class="p1">A Equipe é formada por profissionais qualificados e aptos a esclarecer as demandas durante todo o processo de publicação.</p> <p class="p1">#EpitayaEbooks</p>https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1957AMILOIDOSE CARDÍACA: RED FLAGS CLÍNICAS E ESTRATÉGIAS CONTEMPORÂNEAS PARA O DIAGNÓSTICO PRECOCE2026-06-30T15:40:18-03:00Claudina Mendes Horevichtcontato@epitaya.com.brAirton Akira Yamasecontato@epitaya.com.brBruno Santos Amorimcontato@epitaya.com.brDilson da Silva Pereiracontato@epitaya.com.brKarina Midori Nazimacontato@epitaya.com.brMaria Cristina Moraes Nevescontato@epitaya.com.brThiago Rabello Santoscontato@epitaya.com.brGabriel Mendes Horevicht Laporte Mascarenhascontato@epitaya.com.br<p>A amiloidose cardíaca consolidou-se, nos últimos anos, como uma das causas mais relevantes de cardiomiopatia infiltrativa na prática cardiovascular contemporânea. O avanço dos métodos diagnósticos e a maior compreensão de seus fenótipos clínicos mostraram que a doença é menos rara do que se supunha e, sobretudo, mais frequentemente subdiagnosticada do que efetivamente incomum. Parte expressiva dos pacientes historicamente enquadrados como portadores de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada, hipertrofia ventricular associada à hipertensão arterial sistêmica ou cardiomiopatia hipertrófica, na verdade, apresenta infiltração amiloide não reconhecida em tempo oportuno.</p> <p>Seu impacto clínico ultrapassa o acúmulo passivo de proteínas insolúveis no miocárdio. A deposição progressiva no interstício compromete a complacência ventricular, a função diastólica, a mecânica atrial, o sistema de condução e, em estágios mais avançados, a própria performance sistólica global. O atraso diagnóstico costuma decorrer menos da ausência de sinais e mais da leitura fragmentada de manifestações que atravessam diferentes especialidades, como síndrome do túnel do carpo, neuropatia periférica, hipotensão ortostática, fibrilação atrial, bloqueios de condução, estenose aórtica degenerativa e espessamento ventricular sem explicação proporcional.</p> <p>As formas de maior interesse cardiológico são a amiloidose por cadeias leves imunoglobulínicas e a amiloidose por transtirretina, tanto hereditária quanto do tipo wild-type. A integração entre ecocardiografia com strain, ressonância nuclear magnética cardíaca, cintilografia óssea e rastreio laboratorial para discrasia plasmocitária reorganizou a jornada diagnóstica e reduziu, em parte dos pacientes, a dependência de métodos invasivos. Hoje, reconhecer precocemente a doença interfere diretamente no prognóstico, na escolha terapêutica e na qualidade do cuidado.</p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1968DOENÇAS DO PERICÁRDIO: DA INFLAMAÇÃO AGUDA À FISIOPATOLOGIA DAS FORMAS CONSTRITIVAS E RECORRENTES2026-07-01T19:05:00-03:00Claudina Mendes Horevichtcontato@epitaya.com.brAirton Akira Yamasecontato@epitaya.com.brBruno Santos Amorimcontato@epitaya.com.brElisabete Castelli Rabêlo Nesimicontato@epitaya.com.brKarina Midori Nazimacontato@epitaya.com.brMaria Cristina Moraes Nevescontato@epitaya.com.brThiago Rabello Santoscontato@epitaya.com.brGabriel Mendes Horevicht Laporte Mascarenhascontato@epitaya.com.br<p>As doenças do pericárdio ocupam posição singular na prática cardiovascular por reunirem apresentações clínicas heterogêneas, mecanismos fisiopatológicos distintos e amplitude prognóstica que varia desde quadros autolimitados de pericardite aguda até formas constritivas crônicas com repercussão hemodinâmica importante. Embora muitas vezes sejam tratadas como território periférico dentro da cardiologia, as síndromes pericárdicas exigem raciocínio clínico refinado, sobretudo porque dor torácica, derrame pericárdico, febre, congestão venosa sistêmica e sinais de restrição diastólica podem surgir em diferentes combinações e com significados muito distintos conforme o processo subjacente.</p> <p>Do ponto de vista fisiopatológico, o pericárdio deixa de atuar apenas como estrutura de contenção anatômica e passa a funcionar como elemento central da interação entre enchimento cardíaco, interdependência ventricular e resposta inflamatória local. Processos infecciosos, autoimunes, neoplásicos, metabólicos, pós-cirúrgicos, pós-radiação e idiopáticos podem comprometer tanto os folhetos pericárdicos quanto o espaço entre eles, produzindo dor, derrame, tamponamento, recorrência inflamatória ou espessamento fibrótico progressivo. Em fases avançadas, a perda da complacência pericárdica converte o pericárdio em estrutura rígida, capaz de limitar o enchimento ventricular e gerar síndrome predominantemente congestiva.</p> <p>A evolução recente da imagem cardiovascular, especialmente ecocardiografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética cardíaca e, em contextos selecionados, técnicas voltadas à atividade inflamatória, ampliou substancialmente a capacidade de diferenciar doença inflamatória ativa de formas crônicas fibróticas e de identificar pacientes em maior risco. Em paralelo, novas abordagens terapêuticas, incluindo o reposicionamento da colchicina como pilar do tratamento inicial e o avanço do bloqueio da interleucina 1 nas formas recorrentes, modificaram o manejo contemporâneo. Este capítulo revisa os fundamentos fisiopatológicos, as formas de apresentação clínica e as estratégias atuais de diagnóstico e tratamento das doenças pericárdicas, com ênfase na aplicabilidade clínica e na distinção entre processos agudos, recorrentes e constritivos.</p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1969CARDIOLOGIA PERIOPERATÓRIA: ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO E TOMADA DE DECISÃO EM CIRURGIAS NÃO CARDÍACAS2026-07-01T19:10:09-03:00Gabriel Mendes Horevicht Laporte Mascarenhascontato@epitaya.com.brAlex da Costa Vieiracontato@epitaya.com.brCarlos Otavio Magaldicontato@epitaya.com.brElisabete Castelli Rabêlo Nesimicontato@epitaya.com.brLouise Mancuzo Duarte Ferreiracontato@epitaya.com.brPedro José de Carvalho Cavalcantecontato@epitaya.com.brValter Ribeiro dos Santoscontato@epitaya.com.brThiago Rabello Santoscontato@epitaya.com.br<p>A avaliação cardiovascular perioperatória em cirurgias não cardíacas deixou de ser compreendida como etapa burocrática centrada em exames complementares indiscriminados e passou a se firmar como processo clínico estruturado, orientado por risco, urgência cirúrgica, capacidade funcional, doença cardiovascular prévia e potencial de mudança de conduta. O objetivo contemporâneo não é simplesmente “liberar” ou “contraindicar” uma cirurgia, mas identificar condições cardíacas ativas, estimar risco cardiovascular real, otimizar o que for modificável e definir, com racionalidade, quando prosseguir, investigar, adiar ou intervir.</p> <p>A cardiologia perioperatória moderna também ampliou seu foco. Já não se restringe ao temor de isquemia miocárdica clássica, mas incorpora insuficiência cardíaca, valvopatias, arritmias, doença coronariana conhecida ou suspeita, manejo de anticoagulantes e antiagregantes, fragilidade, idade avançada e risco intrínseco do procedimento. Além disso, o reconhecimento da lesão miocárdica após cirurgia não cardíaca como entidade prognosticamente relevante reposicionou o papel dos biomarcadores e da monitorização pós-operatória em pacientes selecionados.</p> <p>Dessa forma, a avaliação perioperatória exige menos automatismo e mais integração clínica. O presente capítulo revisa os fundamentos fisiopatológicos, os principais determinantes de risco e as estratégias contemporâneas de avaliação e manejo cardiovascular no perioperatório de cirurgias não cardíacas, com ênfase em aplicabilidade prática e tomada de decisão orientada por risco real<strong>.</strong></p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1970MIOCARDITE: DA RESPOSTA IMUNOINFLAMATÓRIA À ESTRATIFICAÇÃO DIAGNÓSTICA E AO MANEJO CLÍNICO ATUAL2026-07-01T19:14:19-03:00Claudina Mendes Horevichtcontato@epitaya.com.brAlex da Costa Vieiracontato@epitaya.com.brCarlos Otavio Magaldicontato@epitaya.com.brFlávia Regina Ribeiro Albertoncontato@epitaya.com.brLouise Mancuzo Duarte Ferreiracontato@epitaya.com.brPedro José de Carvalho Cavalcantecontato@epitaya.com.brValter Ribeiro dos Santoscontato@epitaya.com.brThiago Rabello Santoscontato@epitaya.com.br<p>A miocardite representa uma síndrome inflamatória do miocárdio marcada por grande heterogeneidade etiológica, clínica e prognóstica, o que explica sua posição de destaque entre os temas mais desafiadores da cardiologia contemporânea. Longe de se restringir ao cenário clássico de paciente jovem com dor torácica, troponina elevada e coronárias sem lesões obstrutivas, sua apresentação pode variar desde quadros discretos e autolimitados até formas fulminantes com choque cardiogênico, arritmias malignas, bloqueios de condução e rápida deterioração hemodinâmica. Essa variabilidade exige abordagem diagnóstica cuidadosa, capaz de integrar suspeita clínica, biomarcadores, imagem e, em contextos selecionados, avaliação histológica.</p> <p>Do ponto de vista fisiopatológico, a miocardite pode resultar de infecções virais, mecanismos autoimunes, hipersensibilidade medicamentosa, toxicidade direta, doenças sistêmicas inflamatórias ou combinações entre agressão infecciosa e resposta imune desregulada. A lesão miocárdica pode decorrer tanto do agente inicial quanto da resposta inflamatória subsequente, o que ajuda a explicar a amplitude do espectro clínico e a possibilidade de evolução para recuperação completa, disfunção ventricular persistente, cardiomiopatia dilatada inflamatória ou morte súbita.</p> <p>Nas últimas décadas, a ressonância magnética cardíaca consolidou-se como ferramenta central na avaliação não invasiva da inflamação miocárdica, ao passo que a biópsia endomiocárdica permaneceu como método decisivo em casos graves, atípicos ou com potencial de mudança terapêutica relevante. Paralelamente, o manejo da miocardite deixou de ser limitado ao suporte clínico inespecífico e passou a incorporar melhor estratificação de risco, monitorização arrítmica, restrição temporária ao exercício e, em situações selecionadas, terapias imunomoduladoras ou suporte circulatório avançado. Este capítulo revisa os principais mecanismos fisiopatológicos, a apresentação clínica, os métodos diagnósticos e as estratégias atuais de manejo da miocardite, com ênfase na aplicabilidade prática e na estratificação de gravidade.</p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1973MORTE SÚBITA NAS CARDIOPATIAS ESTRUTURAIS: ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO E ESTRATÉGIAS CONTEMPORÂNEAS DE PREVENÇÃO2026-07-01T19:24:11-03:00Claudina Mendes Horevichtcontato@epitaya.com.brAna Paula Gillet Angionicontato@epitaya.com.brCélio Vilar Cabral Filhocontato@epitaya.com.brFlávia Regina Ribeiro Albertoncontato@epitaya.com.brLudmilla de Melo Ribeirocontato@epitaya.com.brRafael Fonseca Marãocontato@epitaya.com.brVanessa Sampaio Cardoso da Cunhacontato@epitaya.com.brThiago Rabello Santoscontato@epitaya.com.br<p>A morte súbita nas cardiopatias estruturais permanece como uma das expressões mais dramáticas da doença cardiovascular porque pode surgir como primeiro evento devastador em pacientes previamente assintomáticos, subestratificados ou aparentemente estáveis. Seu peso clínico não decorre apenas da letalidade intrínseca, mas também da dificuldade de reconhecer, com precisão suficiente, quais pacientes realmente apresentam risco arrítmico elevado dentro de grupos amplos e heterogêneos com doença coronariana, cardiomiopatias, disfunção ventricular, fibrose miocárdica ou remodelamento elétrico complexo.</p> <p>Nas últimas décadas, o paradigma preventivo deixou de gravitar exclusivamente em torno da fração de ejeção do ventrículo esquerdo e passou a incorporar uma leitura mais refinada do risco, incluindo cicatriz miocárdica, história clínica, carga de arritmias ventriculares, história familiar, imagem avançada e, em cenários selecionados, informação genética. Esse movimento é particularmente evidente nas cardiomiopatias hereditárias, sobretudo na cardiomiopatia hipertrófica, em que a reestratificação periódica e a decisão individualizada quanto ao cardiodesfibrilador implantável ocupam lugar central.</p> <p>O conceito de cardiopatia estrutural inclui amplo espectro de entidades, desde doença arterial coronariana com cicatriz isquêmica até cardiomiopatias não isquêmicas, como cardiomiopatia dilatada, hipertrófica, arritmogênica e formas infiltrativas. Em cada uma delas, a instabilidade elétrica pode ser o desfecho final comum, mas os caminhos fisiopatológicos, a velocidade de progressão e as estratégias preventivas diferem. Este capítulo revisa os principais mecanismos, os modelos atuais de estratificação e as estratégias contemporâneas de prevenção da morte súbita nas cardiopatias estruturais, com ênfase na aplicabilidade clínica e na tomada de decisão baseada em risco real.</p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1974VALVA AÓRTICA BICÚSPIDE: FENOTIPAGEM ANATÔMICA, PROGRESSÃO VALVAR E RISCO AÓRTICO ASSOCIADO2026-07-01T19:27:56-03:00Claudina Mendes Horevichtcontato@epitaya.com.brAna Paula Gillet Angionicontato@epitaya.com.brCélio Vilar Cabral Filhocontato@epitaya.com.brGerson Barbosacontato@epitaya.com.brLudmilla de Melo Ribeirocontato@epitaya.com.brRafael Fonseca Marãocontato@epitaya.com.brVanessa Sampaio Cardoso da Cunhacontato@epitaya.com.brThiago Rabello Santoscontato@epitaya.com.br<p>A valva aórtica bicúspide é a anomalia congênita valvar mais frequente da prática cardiovascular e apresenta grande heterogeneidade anatômica, funcional e evolutiva. Sua relevância clínica vai muito além da constatação morfológica de uma valva com duas cúspides funcionais. Ao longo do tempo, pode associar-se a estenose aórtica precoce, insuficiência aórtica, endocardite infecciosa e dilatação da aorta proximal em graus variáveis. Por isso, deixou de ser interpretada como simples anomalia anatômica isolada e passou a ser entendida como síndrome valvo-aórtica, conceito que reorganiza a forma de acompanhar, estratificar e tratar esses pacientes.</p> <p>A expressão clínica é extremamente variável. Alguns indivíduos permanecem assintomáticos por décadas e têm o diagnóstico feito de maneira incidental, durante a investigação de um sopro ou a realização de ecocardiograma por outro motivo. Outros evoluem com calcificação acelerada, estenose valvar em idade mais precoce do que a observada na degeneração tricúspide habitual, insuficiência aórtica importante ou aortopatia progressiva. A mesma alteração de base, portanto, pode produzir trajetórias clínicas muito diferentes, o que exige acompanhamento longitudinal e individualizado.</p> <p>Essa diversidade decorre da interação entre anatomia cuspídea, padrão de fluxo transvalvar, estresse hemodinâmico e possível vulnerabilidade intrínseca da parede aórtica. Em termos práticos, isso significa que o paciente com valva aórtica bicúspide não deve ser seguido apenas pelo grau de valvopatia.</p> <p>É preciso compreender também a morfologia da fusão cuspídea, o segmento da aorta acometido, a velocidade de progressão da dilatação e o contexto familiar. Este capítulo revisa os fundamentos anatômicos, fisiopatológicos e clínicos da valva aórtica bicúspide, com ênfase na progressão valvar, no risco aórtico associado e nas estratégias contemporâneas de seguimento e tomada de decisão.</p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1966ARRITMIAS CARDÍACAS EM DOENÇAS SISTÊMICAS: DA INFLAMAÇÃO AO REMODELAMENTO ELÉTRICO E ESTRUTURAL2026-07-01T09:28:46-03:00Gabriel Mendes Horevicht Laporte Mascarenhasbmfarias@gmail.comAnna Cláudia Ceruttibmfarias@gmail.comClaudina Mendes Horevichtbmfarias@gmail.comGerson Barbosabmfarias@gmail.comMargarete de Oliveira Limabmfarias@gmail.comSandro Valerio Fadelbmfarias@gmail.comThiago Rabello Santosbmfarias@gmail.comLarissa Marques Souza Horevichtbmfarias@gmail.com<p>As arritmias cardíacas associadas a doenças sistêmicas formam um campo de grande relevância clínica, porque muitas vezes traduzem o encontro entre inflamação, disfunção autonômica, infiltração miocárdica, fibrose, alterações metabólicas e remodelamento elétrico. Na prática, não devem ser vistas apenas como achados acessórios de doenças extra cardíacas, mas como manifestações cardiovasculares com impacto prognóstico próprio, capazes de modificar risco embólico, função ventricular, necessidade de intervenção específica e, em alguns cenários, mortalidade. O desafio central está no fato de que doenças sistêmicas muito diferentes podem convergir para apresentações arrítmicas semelhantes. Sarcoidose, doenças reumatológicas, endocrinopatias, doenças infiltrativas, síndromes inflamatórias crônicas, doenças neurológicas e toxicidades medicamentosas podem cursar com fibrilação atrial, distúrbios de condução, extrassistolia ventricular, taquicardia ventricular ou morte súbita. Ainda assim, o mecanismo subjacente, o significado clínico e a estratégia terapêutica não são iguais em todos os casos. A arritmia, nesse contexto, funciona como expressão elétrica de uma doença sistêmica mais ampla. A evolução da imagem cardiovascular, especialmente da ressonância magnética cardíaca e das técnicas funcionais voltadas à detecção de inflamação ou infiltração, ampliou a capacidade de reconhecer o substrato anatômico por trás dessas manifestações. Paralelamente, a maior compreensão do papel da inflamação persistente, da fibrose e do eixo autonômico permitiu leitura menos simplista das arritmias em pacientes com doença sistêmica. Este capítulo revisa os principais mecanismos fisiopatológicos, os cenários clínicos mais relevantes e as estratégias contemporâneas de avaliação e manejo das arritmias em doenças sistêmicas, com ênfase na integração entre doença de base, substrato miocárdico e risco elétrico.</p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1965CARDIOMIOPATIAS INFILTRATIVAS: DESAFIOS DIAGNÓSTICOS E INTEGRAÇÃO MULTIMODAL NA PRÁTICA CARDIOLÓGICA2026-07-01T09:25:35-03:00Claudina Mendes Horevichtbmfarias@gmail.comAnna Cláudia Ceruttibmfarias@gmail.comGisela Correa Larabmfarias@gmail.comMargarete de Oliveira Limabmfarias@gmail.comSandro Valerio l Fadebmfarias@gmail.comGabriel Mendes Horevicht Laporte Mascarenhasbmfarias@gmail.comThiago Rabello Santosbmfarias@gmail.comLarissa Marques Souza Horevichtbmfarias@gmail.com<p>As cardiomiopatias infiltrativas correspondem a um grupo heterogêneo de doenças em que substâncias anormais, células inflamatórias ou produtos de depósito se acumulam no miocárdio, produzindo alterações estruturais, funcionais e elétricas que remodelam profundamente a apresentação clínica do paciente. Embora compartilhem o traço comum da infiltração tecidual, essas entidades diferem quanto à biologia da doença, à velocidade de progressão, ao padrão de comprometimento cardíaco e às implicações terapêuticas. Entre as etiologias de maior relevância na prática cardiológica destacam-se a amiloidose cardíaca, a sarcoidose cardíaca, a doença de Fabry e as síndromes de sobrecarga por ferro, todas capazes de produzir fenótipo restritivo, espessamento ventricular não explicado por hipertrofia verdadeira, distúrbios de condução, arritmias e insuficiência cardíaca. O grande desafio clínico reside no fato de que essas doenças raramente se apresentam de forma didática no primeiro contato. Em muitos pacientes, a porta de entrada é um ecocardiograma com paredes espessadas, uma insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada, uma fibrilação atrial aparentemente desproporcional, uma hipotensão mal tolerada, um bloqueio de condução ou uma cardiomiopatia rotulada de idiopática. O atraso diagnóstico costuma decorrer menos da ausência de sinais e mais da tendência a absorver o fenótipo infiltrativo em rótulos mais comuns, como cardiopatia hipertensiva, cardiomiopatia hipertrófica ou envelhecimento cardiovascular. Nesse contexto, a imagem cardiovascular assumiu papel decisivo. Ecocardiografia com strain, ressonância magnética cardíaca, medicina nuclear e, em situações selecionadas, PET e biópsia passaram a permitir leitura muito mais refinada do miocárdio infiltrado. Esse avanço mudou a prática clínica porque tornou possível distinguir com mais precisão hipertrofia de infiltração, inflamação ativa de cicatriz, doença de depósito de doença granulomatosa e, sobretudo, direcionar o raciocínio etiológico para terapias efetivamente modificadoras. Este capítulo revisa os principais mecanismos, os desafios diagnósticos e o papel da integração multimodal diante do paciente com cardiomiopatia infiltrativa, com ênfase na aplicabilidade clínica e no raciocínio diferencial frente ao ventrículo espessado, à disfunção diastólica e ao comprometimento miocárdico de causa não esclarecida.</p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1964INTERAÇÃO CÉREBRO-CORAÇÃO NOS EVENTOS NEUROVASCULARES AGUDOS: MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS E REPERCUSSÕES CARDIOVASCULARES2026-07-01T09:22:38-03:00Humberto Conrado Pinheiro Dapievebmfarias@gmail.comBreno Sales Callou Torresbmfarias@gmail.comDaniella Rodrigues Alvesbmfarias@gmail.comJorge Alexandre de Araujo Peresbmfarias@gmail.comMaria Adelina Roque Teixeira de Oliveirabmfarias@gmail.comSergio de la Zerda Gutierrezbmfarias@gmail.comThiago Rabello Santosbmfarias@gmail.comRodrigo Rego Trindade de Medeirosbmfarias@gmail.com<p>A interação cérebro-coração nos eventos neurovasculares agudos consolidou-se como um dos campos mais instigantes da neurocardiologia contemporânea ao demonstrar que o acidente vascular cerebral, isquêmico ou hemorrágico, não deve ser interpretado apenas como lesão neurológica focal, mas como evento sistêmico com forte potencial de desorganizar a homeostase cardiovascular. O conceito de stroke-heart syndrome ganhou relevância justamente por reunir um conjunto de complicações cardíacas que podem surgir após o AVC, incluindo elevação de troponina, infarto agudo do miocárdio, disfunção ventricular esquerda, arritmias e morte súbita. Do ponto de vista fisiopatológico, a lesão cerebral aguda pode desencadear hiperatividade simpática, descarga catecolaminérgica intensa, disfunção autonômica, inflamação sistêmica, lesão endotelial e alterações de microcirculação miocárdica, produzindo dano cardíaco mesmo na ausência de doença coronariana obstrutiva aguda. Esse eixo bidirecional ajuda a explicar por que pacientes sem cardiopatia previamente conhecida podem apresentar alterações eletrocardiográficas, aumento de biomarcadores, insuficiência cardíaca ou arritmias nas primeiras horas ou dias após um evento cerebrovascular. Na prática, reconhecer essa interação muda a condução do caso. O neurologista deixa de ver o coração apenas como fonte embólica potencial, e o cardiologista deixa de enxergar o cérebro apenas como território-alvo do êmbolo. Este capítulo revisa os principais mecanismos fisiopatológicos da interação cérebro-coração nos eventos neurovasculares agudos, as manifestações cardíacas mais relevantes e as implicações diagnósticas e prognósticas desse eixo na prática clínica contemporânea.</p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1963DISFUNÇÃO AUTONÔMICA E REPERCUSSÕES CARDIOVASCULARES: DA INSTABILIDADE HEMODINÂMICA À ESTRATIFICAÇÃO CLÍNICA2026-07-01T09:12:59-03:00Humberto Conrado Pinheiro Dapievebmfarias@gmail.comBreno Sales Callou Torresbmfarias@gmail.comDilson da Silva Pereirabmfarias@gmail.comJorge Alexandre de Araujo Peresbmfarias@gmail.comMaria Adelina Roque Teixeira de Oliveirabmfarias@gmail.comSergio de la Zerda Gutierrezbmfarias@gmail.comThiago Rabello Santosbmfarias@gmail.comRodrigo Rego Trindade de Medeirosbmfarias@gmail.com<p>A disfunção autonômica representa um dos territórios mais complexos da medicina cardiovascular, por reunir manifestações clínicas amplas, mecanismos fisiopatológicos heterogêneos e grande potencial de subdiagnóstico. Seu impacto sobre o sistema cardiovascular decorre da perda do equilíbrio entre os componentes simpático e parassimpático, comprometendo o controle da frequência cardíaca, da contratilidade miocárdica, do tônus vascular e da adaptação pressórica às mudanças posturais e aos diferentes estados fisiológicos. Como consequência, o paciente pode apresentar desde intolerância ortostática e síncope até taquicardia inadequada, hipotensão pós-prandial, labilidade pressórica, arritmias, variabilidade anormal da frequência cardíaca e maior vulnerabilidade a eventos cardiovasculares. A relevância clínica do tema se amplia porque a disfunção autonômica pode surgir em diferentes contextos, incluindo diabetes mellitus, doenças neurodegenerativas, amiloidose, neuropatias periféricas, condições autoimunes, síndromes pós-infecciosas e estados inflamatórios crônicos. Em muitos desses cenários, o comprometimento autonômico é inicialmente interpretado como manifestação inespecífica, o que atrasa o reconhecimento do seu peso cardiovascular real. O problema, portanto, não está apenas na presença de sintomas, mas na dificuldade de integrá-los em uma síndrome fisiológica coerente. Do ponto de vista prático, compreender a disfunção autonômica exige mais do que reconhecer hipotensão ortostática ou taquicardia reflexa. Exige entender como a falha do controle autonômico modifica o risco arrítmico, a tolerância ao esforço, a estabilidade hemodinâmica e a qualidade de vida. Este capítulo revisa os principais mecanismos fisiopatológicos, as manifestações cardiovasculares e as estratégias contemporâneas de avaliação clínica da disfunção autonômica, com ênfase em sua aplicabilidade prática na cardiologia.</p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1962ECG NA DOR TORÁCICA DA EMERGÊNCIA: PADRÕES QUE NÃO PODEM PASSAR DESPERCEBIDOS2026-07-01T09:09:55-03:00Claudina Mendes Horevichtbmfarias@gmail.comTamires Ribeiro Dutra Assisbmfarias@gmail.comMaria Eduarda Pessanha Pintobmfarias@gmail.comPedro Ivo Fonseca de Paulabmfarias@gmail.com Gabriel Mendes Horevicht Laporte Mascarenhasbmfarias@gmail.comLarissa Marques Souza Horevichtbmfarias@gmail.comDelmar Camelo de Oliveirabmfarias@gmail.com<p>O eletrocardiograma permanece como exame central na avaliação inicial da dor torácica na emergência. Seu papel, porém, vai muito além da identificação do supradesnivelamento clássico do segmento ST. As diretrizes contemporâneas de dor torácica e síndrome coronariana aguda reforçam que o ECG deve ser realizado e interpretado precocemente, e repetido quando a suspeita clínica persiste, justamente porque diversos padrões de alto risco podem anunciar oclusão coronária aguda, isquemia extensa ou instabilidade elétrica sem o desenho convencional do infarto agudo do miocárdio com supra. Na prática, muitos dos erros mais graves da porta de entrada não decorrem de desconhecimento do IAMCSST clássico, mas da subvalorização de traçados que exigem a mesma urgência clínica, ou quase a mesma, como o padrão de de Winter, a síndrome de Wellens, o infradesnivelamento difuso do ST com supradesnivelamento em aVR, o infarto posterior, o bloqueio de ramo esquerdo com critérios de Sgarbossa e determinadas bradiarritmias ou distúrbios de condução em contexto isquêmico. Reconhecer esses padrões modifica estratificação, reduz atraso de reperfusão e evita alta inadequada de pacientes graves. Este capítulo revisa os principais padrões eletrocardiográficos que não podem ser negligenciados na emergência, integrando diretrizes recentes e exemplos ilustrativos de ECG para destacar o que realmente precisa ser reconhecido pelo médico da linha de frente.</p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1960CRISE HIPERTENSIVA NA EMERGÊNCIA: O QUE ABANDONAR, O QUE MANTER E COMO TRATAR CORRETAMENTE2026-07-01T09:02:08-03:00Maria Eduarda Pessanha Pintobmfarias@gmail.comTamires Ribeiro Dutra Assisbmfarias@gmail.comClaudina Mendes Horevichtbmfarias@gmail.comPedro Ivo Fonseca de Paulabmfarias@gmail.comGabriel Mendes Horevicht Laporte Mascarenhasbmfarias@gmail.comLarissa Marques Souza Horevichtbmfarias@gmail.comDelmar Camelo de Oliveirabmfarias@gmail.com<p>A abordagem da pressão arterial muito elevada na emergência continua sendo uma das áreas em que mais se misturam erro conceitual, excesso terapêutico e risco de iatrogenia. A Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025 mantém a importância de reconhecer a hipertensão arterial grave em contexto agudo, mas reforça que a conduta não deve ser guiada apenas pelo valor numérico da pressão. O ponto decisivo é a presença ou ausência de lesão aguda de órgão-alvo, que diferencia a emergência hipertensiva do paciente com elevação importante da pressão sem dano agudo estabelecido. A declaração científica da American Heart Association de 2024 caminhou na mesma direção ao desestimular o uso indiscriminado dos termos “hypertensive urgency” e “hypertensive crisis” em pacientes sem lesão aguda, propondo uma abordagem mais centrada no risco real do doente e menos no susto causado pelo número. Já a ESH 2023 ainda preserva a terminologia tradicional, o que mostra que o médico continuará convivendo com classificações diferentes na literatura recente. Este capítulo discute como interpretar corretamente a pressão arterial muito elevada na emergência, o que precisa ser abandonado na prática cotidiana, o que permanece válido e como conduzir os principais cenários clínicos de forma proporcional, segura e atual.</p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-bookshttps://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1975Cardiologia 360° - vol. 022026-07-01T19:31:31-03:00Claudina Mendes Horevichtcontato@epitaya.com.brGabriel Mendes Horevicht Laporte Mascarenhascontato@epitaya.com.brLarissa Marques Souza Horevichtcontato@epitaya.com.br<p style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"><span style="font-family: 'Aptos',sans-serif;">A Cardiologia contemporânea encontra-se em constante transformação. A incorporação de novas tecnologias, o aprofundamento dos conhecimentos fisiopatológicos e o desenvolvimento de estratégias terapêuticas cada vez mais personalizadas vêm modificando profundamente a abordagem das doenças cardiovasculares e ampliando as possibilidades de cuidado aos pacientes.</span></p> <p style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"><span style="font-family: 'Aptos',sans-serif;">Dando continuidade à proposta iniciada em <strong>Cardiologia 360° – Volume 01</strong>, esta segunda edição reafirma o compromisso de reunir conhecimento científico atualizado, integrando diferentes perspectivas da prática cardiovascular moderna. O conceito <strong>360°</strong> representa uma visão ampla e multidimensional da Cardiologia, que ultrapassa a abordagem isolada das doenças e contempla a complexa interação entre mecanismos moleculares, fatores clínicos, tecnologias diagnósticas, terapias inovadoras e estratégias de prevenção.</span></p> <p style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"><span style="font-family: 'Aptos',sans-serif;">O <strong>Cardiologia 360° – Volume 02</strong> reúne capítulos elaborados por especialistas dedicados à pesquisa e à assistência cardiovascular, abordando temas de grande relevância para a prática clínica atual. A obra contempla avanços relacionados ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das principais condições cardiovasculares, incluindo novas perspectivas na insuficiência cardíaca, hipertensão arterial, doenças valvares, cardiometabolismo, inflamação, genética, biomarcadores, terapias farmacológicas emergentes e abordagens baseadas em medicina de precisão.</span></p> <p style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"><span style="font-family: 'Aptos',sans-serif;">A complexidade crescente dos pacientes cardiovasculares exige uma compreensão integrada dos múltiplos sistemas envolvidos na saúde cardiovascular. Dessa forma, esta obra valoriza a conexão entre diferentes áreas do conhecimento, como Cardiologia, Endocrinologia, Nefrologia, Oncologia, Genética, Neurologia e Medicina Materno-Fetal, reconhecendo que o cuidado cardiovascular moderno depende de uma abordagem colaborativa e centrada no paciente.</span></p> <p style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"><span style="font-family: 'Aptos',sans-serif;">Cada capítulo foi desenvolvido com base em evidências científicas atuais, aliando fundamentos fisiopatológicos à aplicabilidade clínica. O objetivo é oferecer aos leitores uma fonte de atualização e reflexão, contribuindo para o aprimoramento da tomada de decisão médica diante dos desafios presentes na prática cardiovascular.</span></p> <p style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"><span style="font-family: 'Aptos',sans-serif;">Destinado a cardiologistas, médicos de diferentes especialidades, residentes, pesquisadores, docentes e profissionais da saúde, <strong>Cardiologia 360° – Volume 02</strong> representa uma importante contribuição para aqueles que buscam acompanhar a evolução da medicina cardiovascular e compreender os caminhos que conduzem a uma assistência mais precisa, integrada e inovadora.</span></p> <p style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"><span style="font-family: 'Aptos',sans-serif;">Mais do que uma coletânea de capítulos, esta obra simboliza o movimento contínuo da Cardiologia em direção ao futuro: uma especialidade baseada em ciência, tecnologia e humanização, onde o conhecimento integrado se transforma em melhores estratégias para preservar vidas.</span></p>2026-07-02T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Epitaya E-books