https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/issue/feed Epitaya E-books 2026-05-20T17:10:12-03:00 Editora Epitaya contato@epitaya.com.br Open Journal Systems <p class="p1"><span class="s1">A Epitaya E-books é uma plataforma</span> especializada em publicações acadêmicas e conta com um Comitê Editorial formado por consultores científicos reconhecidos em suas áreas de atuação.</p> <p class="p3">O que pode ser registrado na Epitaya E-books?</p> <ul class="ul1"> <li class="li3">Resultados de pesquisa;</li> <li class="li3">Revisão bibliográfica;</li> <li class="li3">Trabalho de Conclusão de Curso;</li> <li class="li3">Dissertação de Mestrado;</li> <li class="li3">Tese de Doutorado;</li> <li class="li3">Outros.</li> </ul> <p class="p1">Nosso foco é atender de maneira transparente com credibilidade para o autor antes, durante e após a publicação. Zelamos pela excelência na publicação de livros e e-books com vistas ao reconhecimento da produção técnica do autor.</p> <p class="p1">A Equipe é formada por profissionais qualificados e aptos a esclarecer as demandas durante todo o processo de publicação.</p> <p class="p1">#EpitayaEbooks</p> https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1692 PRÁTICAS E CUIDADOS NO PALIATIVO 2025-11-08T07:56:04-03:00 Arthur Volpini Vilerá arthrrv02@gmail.com Guilherme Henrique Ferezin ferezinguih@gmail.com Gustavo Matias de Souza Guhhrifler19@outlook.com Tiago Moreno Lopes Roberto tiago_moreno1@gmail.com <p>O presente trabalho aplicou uma metodologia de pesquisa para o entendimento de práticas e cuidados no paliativo, utilizando uma revisão bibliográfica da literatura científica nacional sobre cuidados paliativos na assistência à portadores de doenças graves, evidenciando, principalmente, o papel das equipes multidisciplinares. A psicologia hospitalar frente a este cenário de dor e sofrimento quanto às atitudes diante da morte, proporcionando uma maneira do paciente e cuidadores de definirem pendências e expressarem emoções ao vivenciarem sua própria finitude.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1694 SALA SENSORIAL E NEUROPLASTICIDADE: EVIDÊNCIAS DA ESTIMULAÇÃO MULTISSENSORIAL NO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO E AFETIVO 2025-11-12T14:28:17-03:00 Haspazya Beatriz Varela Ribeiro de Araújo haspazyab@gmail.com Roxana Silva roxanapsicopedagoga2018@gmail.com Ana Paula Rodrigues diretoria@faveni.edu.br Tiago Moreno Lopes Roberto tiago.moreno@faculdadefutura.com.br <p>Este estudo analisou as evidências da estimulação multissensorial no desenvolvimento cognitivo e afetivo. Os resultados confirmaram que a estimulação multissensorial é uma estratégia robusta e eficaz, promovendo a modulação do comportamento adaptativo, especialmente em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), melhorando a interação social e tratando desafios como a seletividade alimentar. Além disso, essa abordagem combate o declínio cognitivo associado a ambientes empobrecidos, como em instituições de longa permanência. A Sala Sensorial, ao facilitar a autorregulação sensorial e ativar a neuroplasticidade, é crucial para a inclusão, o suporte à neurodiversidade e a otimização dos processos de aprendizagem e estabilidade emocional.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1743 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SAÚDE MENTAL: O USO EXCESSIVO, A FALSA SUBSTITUIÇÃO DO PSICÓLOGO E CONSEQUÊNCIAS REAIS 2026-01-12T15:10:31-03:00 Carolina Caldorin Furlan carolina.unirp@gmail.com Beatriz Geovana Manganeli Alves beatrizmanganeliunirp@gmail.com Camila da Silva Barbosa camilabarbosaunirp@gmail.com Débora Cristina Furlan Ramos deboracristinaunirp@gmail.com Tiago Moreno Lopes Roberto tiago.moreno@faculdadefutura.com.br <p><span style="font-weight: 400;">A Inteligência Artificial tem se tornado cada vez mais presente no cotidiano, especialmente por meio de assistentes virtuais e plataformas de conversação, alcançando também o campo da saúde mental. Essas tecnologias vêm sendo utilizadas como forma de apoio emocional, orientação e até simulação de atendimentos psicológicos, principalmente por sua acessibilidade e disponibilidade contínua. No entanto, a literatura aponta que&nbsp; esse uso crescente pode favorecer a criação de vínculos emocionais com sistemas automatizados, levando à confusão entre suporte tecnológico e acompanhamento profissional. Quando a IA passa a ser percebida como substituta do psicólogo, surgem implicações éticas, clínicas e emocionais, como a banalização do sofrimento e o adiamento da busca por ajuda especializada. Diante desse cenário, este trabalho tem como objetivo analisar os efeitos do uso da Inteligência Artificial no contexto da saúde mental, discutindo o impacto do uso excessivo, a falsa substituição do psicólogo e os limites morais dessa prática. Além disso, busca-se compreender de que forma essas tecnologias podem atuar como ferramentas complementares ao cuidado psicológico, sem comprometer a qualidade, os valores éticos e a humanização do atendimento.</span></p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1720 IMPACTOS PSICOLÓGICOS, SOCIAIS E O PAPEL DO CUIDADO HUMANIZADO NA PERDA GESTACIONAL E NEONATAL 2025-12-09T19:21:37-03:00 Donaire Gotardo Santana Azevedo donairegotardo03@gmail.com Maria Eduarda Pinheiro Carlos mariaeduardapinheirocarlos@gmail.com Marina Marchioreto Maioli marina.maioli@hotmail.com Tiago Moreno Lopes Roberto contato@epitaya.com.br <p>Esta revisão bibliográfica analisou o luto perinatal, identificando seus profundos impactos emocionais e a insatisfação das mulheres com a assistência em saúde. A invisibilidade social agrava o sofrimento, enquanto o cuidado humanizado mostra-se fundamental para um enfrentamento adequado, destacando a necessidade de melhor capacitação dos profissionais.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1719 O PAPEL DO PSICÓLOGO HOSPITALAR NA ASSISTÊNCIA A PACIENTES SURDOS: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO 2025-12-05T17:25:33-03:00 Camile Antônia Cotrim Cotrim camille.cotrim@outlook.com Gabriel Martini Massi gabimmassi@gmail.com Gabriel Venezuela El Takche gabriel_venez@hotmail.com Tiago Moreno Lopes Roberto contato@epitaya.com.br <p>Este estudo examina a função do psicólogo hospitalar no acompanhamento de pessoas surdas, ressaltando os principais obstáculos de comunicação no contexto clínico e propondo alternativas que favorecem a inclusão. A perda auditiva, seja de origem congênita ou adquirida, impõe barreiras significativas no acesso aos serviços de saúde, sobretudo quando não há domínio da Língua Brasileira de Sinais (Libras) por parte dos profissionais. Nessa realidade, o psicólogo atua como mediador, promovendo escuta qualificada, auxiliando na criação de estratégias comunicacionais e colaborando para reduzir falhas no atendimento. É fundamental reconhecer a Libras como língua materna dos indivíduos com surdez congênita e sensibilizar a equipe multiprofissional para as particularidades da comunidade surda. Assim, torna-se possível oferecer cuidado humanizado, prevenir equívocos diagnósticos, minimizar registros incorretos em prontuários e evitar situações de exclusão no ambiente hospitalar.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1752 A SUBSTITUIÇÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS HUMANAS PELO USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, UM OLHAR SOBRE OS IMPACTOS PSICOLÓGICOS 2026-01-20T15:48:19-03:00 Francine Rodrigues Bottaro franbottaro@gmail.com Haspazya Beatriz Varela Ribeiro de Araújo haspazyab@gmail.com Tiago Moreno Lopes Roberto tiago.moreno@faculdadefutura.com.br <p>A era contemporânea é marcada por um profundo paradoxo: o ápice da conectividade tecnológica coincide com uma epidemia global de solidão, elevada pela Organização Mundial da Saúde ao status de emergência de saúde pública. Diante da fragilização dos vínculos interpessoais e da erosão dos laços sociais, sistemas de Inteligência Artificial (IA) generativa emergem como substitutos relacionais, oferecendo simulacros de afeto e companhia. Esta revisão bibliográfica justifica-se pela necessidade urgente de compreender as transformações nas dinâmicas sociais e os riscos à saúde mental decorrentes da mediação algorítmica das emoções. O objetivo deste estudo é sintetizar e analisar as evidências científicas recentes sobre os impactos psicológicos dessa substituição, investigando se tais sistemas atuam como paliativos saudáveis ou agravantes da crise de conexão.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1824 O PAPEL DOS PSICÓLOGOS NOS CUIDADOS PALIATIVOS: UMA ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR E HOLÍSTICA PARA O ALÍVIO DO SOFRIMENTO 2026-05-20T10:10:13-03:00 Graziéla Carolina de Souza da Silva contato@epitaya.com.br Taís Jenifer Messias contato@epitaya.com.br Tiago Moreno Lopes Roberto contato@epitaya.com.br <p>Os cuidados paliativos configuram-se como uma abordagem assistencial voltada à promoção da qualidade de vida de pacientes com doenças ameaçadoras da vida e de seus familiares, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento. Reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 1990, esses cuidados enfatizam uma assistência integral que contempla dimensões físicas, psicológicas, sociais e espirituais. Nesse contexto, a atuação do psicólogo destaca-se como fundamental, especialmente no acompanhamento de pacientes em fase terminal, contribuindo para o enfrentamento do adoecimento, da finitude e das repercussões emocionais associadas a esse processo.Este artigo tem como objetivo analisar e discutir a atuação do psicólogo nos cuidados paliativos, enfatizando a importância de uma abordagem holística e multidisciplinar no atendimento a pacientes em estados terminais, bem como o impacto desse trabalho no suporte emocional aos familiares.</p> <p>A relevância deste estudo fundamenta-se na necessidade de compreender o papel do psicólogo na promoção do bem-estar emocional e na humanização da assistência em cuidados paliativos. Ao ultrapassar o enfoque exclusivamente biológico, o acompanhamento psicológico contribui para a adaptação do paciente à realidade da doença, para a redução do sofrimento psíquico e para o fortalecimento da autonomia e da dignidade humana. Além disso, torna-se essencial considerar os aspectos bioéticos, culturais e sociais que permeiam as decisões no fim da vida, reforçando a importância de práticas sensíveis às singularidades de cada indivíduo.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1778 O SUICÍDIO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA: FATORES DE RISCO E PREVENÇÃO - UMA REVISÃO DA LITERATURA 2026-02-08T21:54:33-03:00 Maria Cecilia Pereira Soares Ribeiro cissa.soares.biologa@gmail.com Diego Crepaldi Olher crepaldiolherdiego@gmail.com Gustavo Matias de Souza guhhrifler19@outlook.com Maria Helisa Fernandes Diniz mariahelisa.diniz@gmail.com Silvio Beira Archilia Filho silviomvp1@hotmail.com Tiago Moreno Lopes Roberto tiagomorenolopes@hotmail.com <p>O sofrimento psíquico durante o processo do adolescer elege o corpo como mural às comunicações desesperadas, seja por meio da agressividade, da automutilação ou tentativas de suicídio, diante da impossibilidade ou falta de habilidades sociais que garantam isso por meio verbal.</p> <p>Saad, Monteiro e Souza (2020), bem como Silva Filho e Minayo (2021), corroboram ao falar que as temáticas morte e suicídio permanecem como um tabu social, sendo os hospitais os “responsáveis” em fazer algo correlacionado a isso, sendo essas situações mascaradas como “acidentes” para evitar estigmatização.</p> <p>Longe de ser “uma fase” ou “birra”, sintomas depressivos, de isolamento e de falta de motivação exigem vigilância e, a depender do caso, notificação compulsória imediata, caso se materializem em formato de autolesão provocada ou tentativa de suicídio, conforme a Lei nº 13.819/2019.</p> <p>Contudo, muito do emergente é silenciado devido ao uso de medicações que são uma forma de responder às insatisfações da modernidade líquida, as quais acabam por gerar vazios identitários, levando jovens a enxergarem na morte a única saída para cessar suas dores e mal-estar (Jucá, Vorcaro, 2017; Cruz Morales <em>et al.</em>, 2017; Bittencourt, 2019; Borges, Monteiro, 2019; Costa <em>et al.</em>, 2020; Avanci <em>et al.</em>, 2024).</p> <p>Diante do exposto, este estudo busca refletir sobre os seguintes questionamentos: i) qual o panorama da ocorrência do suicídio na infância e adolescência?; ii) quais elementos podem atuar como fatores de vulnerabilidade ou de proteção?; iii) de que maneira os comportamentos de risco se manifestam entre crianças e jovens?</p> <p>Para a concretização dos objetivos propostos, o presente trabalho caracterizou-se como uma pesquisa exploratória, consistindo na análise de evidências científicas publicadas nos últimos dez anos (2016-2025), sendo consultadas as seguintes bases de dados: <em>Scientific Electronic Library Online</em> (SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Portal de Periódicos da CAPES e Periódicos Eletrônicos em Psicologia (PePSIC). Os descritores fundamentais foram “suicídio”, “infância” e “adolescência”, integrados pelo operador booleano “AND”. Como estratégia de refinamento, caso a busca inicial resultasse em um volume superior a 50 artigos, o conjunto de expressões seria expandido para até sete termos, incluindo: “epidemiologia”, “risco de suicídio”, “prevenção” e “autolesão/auto-injúria”.</p> <p>Além da delimitação temporal, os critérios de inclusão compreenderam: serem artigos científicos completos; publicados em português, inglês ou espanhol; no formato de estudos teóricos, relatos de casos, revisões sistemáticas ou referências técnicas; com especial atenção a produções que abordassem a realidade brasileira. Materiais que não convergiam com o propósito de compreensão do tema foram desconsiderados após análise inicial.</p> <p>Assim, foram obtidos um total de 33 artigos que se adequavam aos critérios estabelecidos neste estudo, sendo evidenciado que o comportamento suicida na infância (5-9 anos) seria frequentemente mascarado como acidente, acontecendo devido a crises de vínculo, desamparo ou pressões escolares (Costa <em>et al.</em>, 2020; González-López, 2020; Avanci, Pinto, Assis, 2021). Enquanto crianças expressam a ideação em bilhetes, desenhos e tarefas escolares, adolescentes tendem à comunicação verbal direta junto aos pares e professores.</p> <p>Estudos de Souza <em>et al.</em> (2019) vinculam a depressão a cerca de 53% dos casos de autolesão provocada em crianças, apontando o <em>bullying</em> como causa central, sendo identificadas comorbidades como Transtorno Bipolar e de Conduta. A vulnerabilidade é acrescida pelo encarceramento parental, que eleva o risco de tentativa de suicídio em 1,89 vezes (Bravo <em>et al.</em>, 2024; Peng <em>et al.</em>, 2024), tendo este e outros casos manifestos em formato de processos contínuos de isolamento e atraso escolar, apresentando indivíduos tímidos e com baixa autoestima (Silva, 2023).</p> <p>O abuso sexual é o preditor mais avassalador, elevando o risco de suicídio em até 6,48 vezes (Wong <em>et al.</em>, 2020; Ribeiro, 2019). Já a ideação é três vezes superior em vítimas de violência sexual, com prevalência feminina (Siolva, Dullius, 2023; Hébert <em>et al.</em>, 2025), enquanto a tríade depressão, ansiedade e uso de substâncias alcança até 62% das tentativas de suicídio em adolescentes (Katz <em>et al.</em>, 2024).</p> <p>Ainda, minorias sexuais enfrentam maiores riscos, com taxas de tentativa de 5,54 vezes superiores em meninos (Fearon <em>et al.</em>, 2023), sendo que Padron <em>et al.</em> (2025) distinguem duas rotas para a ocorrência das tentativas de suicídio em quaisquer indivíduos: uma depressiva-gradual e outra reativa-impulsiva, sendo a primeira com ideação e a segunda sem, chegando até 40% dos casos.</p> <p>No Sudeste brasileiro, segundo Silva, Avellar e Iglesias (2024), 80% das ocorrências concentram-se no domicílio do indivíduo, sendo os métodos mais comuns a autointoxicação exógena, junto às meninas e os mais letais (enforcamento) junto aos meninos.</p> <p>O risco atinge seu ápice entre os 15-24 anos, sendo potencializado em neurodivergentes (TEA/TDAH) ou pessoas que possuem doenças crônicas como diabetes (Chang <em>et al.</em>, 2023; Fearon <em>et al.</em>, 2023). Caso não seja tratada, a depressão amplia em 12 vezes a chance de tentativa, levando em conta um ano após o início dos sintomas não tratados (Buckley <em>et al.</em>, 2025).</p> <p>Também, experiências adversas na infância ocorridas antes dos sete anos predizem risco até a meia-idade de ocorrência da tentativa de suicídio, devido às alterações neurobiológicas e desregulações emocionais profundas que ocorrem no indivíduo (Buckley <em>et al.</em>, 2025; Govender <em>et al.</em>, 2025).</p> <p>Silva <em>et al. </em>(2019), Leão e Duarte (2020)<strong>, </strong>Andrade <em>et al. </em>(2021), Mota (2021), Oh <em>et al. </em>(2025) corroboram com o fato de que enfrentar normas rígidas e autoritárias, a existência da falta de diálogo, da morte de pais/irmãos, separação parental traumática, ocorrência de rejeições amorosas, traições de amigos, baixa tolerância à frustração, sentimento de culpa, desesperança, desproteção, sentimentos de inadequação, falta de escuta, assim como o aparecimento da irritabilidade, queixa de dores físicas e insônia são sinais de que o emocional necessita de atenção, sendo aparentes em crianças e adolescentes, a depender do sinal em questão.</p> <p>Dessa forma, a qualificação da rede pública para que realize uma escuta sensível de crianças que expressam desejo de morte é apresentada como uma estratégia eficaz e Avanci <em>et al. </em>(2021;2024) destacam a Terapia Comportamental Dialética (DBT) e a necessidade de que os serviços de saúde atuem como sentinelas contra o suicídio.</p> <p>Paralelamente, a escola surge como um local adequado para flexibilização cognitiva de crianças e jovens, substituindo a impulsividade por resiliência e estratégias adequadas na resolução de problemas. Conforme citado por Bittencourt (2019) e Oh <em>et al. </em>(2025), cabe à instituição de ensino criar atmosferas de validação emocional e capacitar docentes para identificar sinais precoces de isolamento, fazendo valer a Lei 13.819/2019, garantindo cuidado humanizado a grupos mais vulneráveis.</p> <p>O fortalecimento de redes de apoio que priorizem a presença e a escuta em detrimento do uso excessivo de fármacos é importante, assim como a vigilância contra o absenteísmo escolar, apontado por Cruz Morales <em>et al. </em>(2017) e González-López (2020). Também Peng <em>et al. </em>(2024) e Hébert <em>et al. </em>(2025) descrevem que os pilares da sobrevivência psíquica incluem a aceitação social e o suporte familiar, o que pode reduzir o risco de suicídio em até 24%.</p> <p>Bravo <em>et al. </em>(2024) listam como fatores protetores: ter amizades próximas, haver pertencimento escolar, participar de atividades criativas e ter segurança no bairro. Para mitigar o <em>bullying</em>, Mota (2021) propõe dispositivos como rodas de conversa, que promovem o redirecionamento do desejo de aprender e reduzem a prática da violência. Ainda, a intervenção técnica qualificada, como o protocolo de 16 sessões descrito por Ribeiro (2019) demonstrou uma redução de 83% dos sintomas suicidas, provando que treinar habilidades sociais e reestruturar crenças de culpa interrompem o ciclo da morte.</p> <p>É válido mencionar o descrito por Santana <em>et al.</em> (2021), bem como por Silva, Avellar e Iglesias (2024), que advertem que o registro equivocado de tentativas como acidentes domésticos ou intoxicações exógenas mascara a magnitude do problema. Núñez <em>et al. </em>(2024) concluem que é imperativo desenhar programas contextuais e interculturais que integrem educação, saúde e assistência social.</p> <p>Conclui-se, portanto, que é somente por meio da qualificação permanente de profissionais da educação e da saúde, identificação de sinais e sintomas em crianças e adolescentes e a construção de vínculos contínuos e positivos será possível acolher as múltiplas dimensões do sofrimento psíquico em qualquer fase da vida.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1792 SINAIS E SINTOMAS DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA INFÂNCIA: UMA REVISÃO DE LITERATURA SOBRE INDICADORES PARA INSTRUMENTOS DE RASTREIO 2026-03-08T13:17:30-03:00 Maria Cecilia Pereira Soares Ribeiro cissa.soares.biologa@gmail.com Diego Crepaldi Olher crepaldiolherdiego@gmail.com Maria Elisa Floriano Socorro lisaflor.bady@gmail.com Silvio Beira Archilla Filho silviomvp1@hotmail.com Tainan Oliveira tainanjmv@hotmail.com Tiago Moreno Lopes Roberto tiagomorenolopes@hotmail.com <p>O autismo é uma síndrome multifatorial que compromete a interação social, a aprendizagem e a independência, tendo como principal sintomatologia uma tríade de prejuízos que atingem a sociabilidade, a comunicação recíproca (verbal e não verbal) e a restrição de interesses, havendo níveis de suporte muito variados, sendo mais sutil de ser percebido em meninas e diagnosticado numa proporção de 4-5:1 quando se fala em meninos: meninas com autismo (Talero <em>et al</em>., 2003; Freire, Cardoso, 2022; Oliveira, Schmidt, Coelho, 2024; Smith <em>et al</em>., 2024).</p> <p>Identificado com maior frequência entre 18 e 30 meses, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem consolidação de sua suspeita pelos pais aos 24 meses, ocupando o terceiro lugar entre os transtornos de neurodesenvolvimento infantil e havendo o diagnóstico mais rápido em crianças que têm um familiar de primeiro grau com transtorno neuropsiquiátrico, pois a experiência prévia guia a suspeita e motiva a busca por ajuda (De La Jara <em>et al</em>., 2020; Resstel <em>et al</em>., 2024).</p> <p>Oliveira, Schmidt e Coelho, 2024 declaram que houve um crescimento quanto à notificação de TEA, sendo: a) em crianças de quatro anos, a prevalência subiu de 13,4/1000 em 2010 para 21,5/1000 em 2020; b) em crianças de 8 anos: 27,6/1000 em 2020, ou seja, 1:36 crianças.</p> <p>Dentre as principais metodologias para diagnóstico do autismo estão o M-CHAT, indicado para crianças de 16 a 30 meses na atenção primária; o PROTEA-R-NV, útil às escolas, pois avalia o comportamento não-verbal e a qualidade do brincar em crianças de 24 a 30 meses; CARS-2, recomendada por fornecer classificações objetivas e quantificáveis baseadas na observação direta.</p> <p>Diante da importância de um diagnóstico realizado de maneira oportuna e adequada, o presente estudo visa refletir sobre os seguintes questionamentos: i) quais seriam os sinais e sintomas mais frequentes no Transtorno do Espectro Autista (TEA) identificados na literatura científica atual?; ii) como esses sinais se manifestariam nas diferentes faixas etárias durante a infância?; iii) quais seriam os caracteres ou domínios do desenvolvimento que apresentam indicadores mais sensíveis para o rastreio a ser realizado por especialistas?; iv) de que maneira as singularidades de uma criança podem influenciar na percepção desses sinais?; e v) quais critérios clínicos seriam considerados essenciais para a composição de instrumentos de avaliação eficazes? Com isso, espera-se que esta revisão ofereça elementos que subsidiem a compreensão das manifestações do autismo, servindo de base para uma futura elaboração de escala dos sinais e sintomas no TEA, que auxilie famílias e profissionais da educação a terem um olhar mais atento e acolhedor junto ao desenvolvimento infantil.</p> <p>Para a concretização desses objetivos, o presente trabalho caracteriza-se como uma pesquisa do tipo exploratória, consistindo na sistematização e análise das evidências científicas publicadas nos últimos dez anos (2016-2025). Com o intuito de identificar indicadores clínicos que contribuam para uma compreensão sensível e técnica sobre o referido tema, foram consultadas as seguintes bases de dados: <em>Scientific Electronic Library Online</em> (SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Portal de Periódicos da CAPES e Periódicos Eletrônicos em Psicologia (PePSIC). Os descritores foram integrados pelo operador booleano “AND” e, como estratégia de refinamento, caso a busca inicial resultasse em um volume superior a 50 artigos, o conjunto de expressões seria expandido para até sete termos, incluindo: “rastreamento”, “neurodesenvolvimento”, “interação” e “inclusão”.</p> <p>Além da delimitação temporal, os critérios de inclusão compreenderam: serem artigos científicos completos; publicados em português, inglês ou espanhol; no formato de estudos teóricos, relatos de casos, revisões sistemáticas ou referências técnicas. No que se refere ao conteúdo, a seleção priorizou estudos voltados à identificação de sinais precoces, marcos do neurodesenvolvimento e instrumentos de avaliação, com especial atenção à realidade clínica e educacional brasileira. Materiais que não iam de encontro com o propósito de fundamentar um olhar cuidadoso e preciso sobre o espectro foram desconsiderados após análise inicial. Adicionalmente, realizou-se uma busca complementar de manuais diagnósticos e textos de referência para conferir maior profundidade humana e consistência técnica às informações apresentadas.</p> <p>Assim, foram obtidos um total de 17 artigos que se adequavam aos critérios estabelecidos neste estudo e, de acordo com Talero <em>et al</em>. (2003), Loyacono <em>et al</em>. (2020), Ribeiro <em>et al</em>. (2023), Gonçalves <em>et al</em>. (2024) e Lamborena Ramos <em>et al</em>. (2024) a sintomatologia principal do autismo, que pode ser utilizada em escalas de rastreio, seria quanto à parte comportamental: 1) presença de movimentos estereotipados (“aleteio”, <em>flapping</em> ou girar sobre o próprio eixo, bem como vocais, chamado de ecolalia); 2) fascínio por objetos incomuns; 3) adesão inflexível a rotinas e rituais; 4) existência de crises de angústia diante de mudanças ambientais; 5) irritabilidade diante de barulhos; 6) agressividade em formato de autolesão; 7)&nbsp; adoção de posturas estranhas, devido a sintomas gastrointestinais.</p> <p>Quanto aos aspectos sociais, os mesmos autores descrevem a ocorrência de: 1) falha no contato visual direto; 2) ausência de reciprocidade emocional; 3) alexitimia e a dificuldade de compartilhar a fruição ou interesse com outras pessoas.</p> <p>Por sua vez, em relação aos aspectos motores, Talero <em>et al</em>. (2003) e Neves <em>et al</em>. (2024) descrevem a existência de: 1) hipotonia; 2) de marcha em pontas dos pés; 3) dificuldades junto à coordenação motora fina e ampla; 4) falta de equilíbrio; 5) quanto aos bebês, eles não buscam o olhar do cuidador ou o fazem com baixa frequência.</p> <p>Ainda, quanto aos aspectos cognitivos, segundo Ribeiro <em>et al</em>. (2023) e Resstel <em>et al</em>. (2024); 1) demonstram que ocorrem um pensar, lembrar e prestar atenção de forma atípica, havendo um processamento de informação diferenciado; 2) déficits na memória de trabalho, flexibilidade cognitiva e planejamento (funções cognitivas), o que prejudica nas tomadas de decisão e a autonomia. Assim, os comportamentos desafiadores, como hiperatividade, inquietação e distúrbio do sono, conforme Ribeiro <em>et al</em>. (2023), são os que auxiliam na exclusão, e os de constipação, dor abdominal e diarreia seriam os gatilhos para os comportamentos disruptivos, especialmente em crianças não-verbais.</p> <p>Loyacono <em>et al</em>. (2020), Silva, Schmaltz, Almeida (2023) retratam que existem diversas comorbidades biológicas junto ao TEA que, se melhoradas, promovem uma melhor qualidade de vida ao indivíduo e uma redução de sintomas comportamentais, seriam elas: a) sintomas gastrointestinais, desde a aversão aos alimentos de acordo com a textura, cor, sabor, temperatura, até constipação, diarreia, refluxo gastroesofágico, dor abdominal crônica, que gerariam agressividade ao comer, crises de gritos ou vômitos; b) sintomas nutricionais e metabólicos, deficiências do complexo B, vitamina D, ômega-3 e iodo, digestão incompleta do glúten e caseína, que geram peptídeos os quais atravessam a barreira intestinal e atingem o sistema nervoso central (SNC), causando hiperatividade e irritabilidade; c) sintomas endócrinos, disfunções tireodianas (alteraçãoes do TSH e T3) e desregulação de esteroides (cortisol e estradiol); d) alterações da microbiota, com presença de bactérias patogênicas como <em>Clostridium</em> spp. e fungos como <em>Candida spp. </em>e diminuição de bactérias benéficas como <em>Bifidobacterium</em> spp.</p> <p>Dentre alguns indicadores, anteriores aos 24 meses e que servem como pontos de atenção, temos: a) aos 12 meses, ausência de balbucio, falta de gestos sociais como apontar e dar tchau, bem como seletividade alimentar, alterações no sono e na consistência das fezes; b) aos 16-24 meses, ausência de palavras simples ou frases de duas palavras, perda de qualquer habilidade social ou de linguagem previamente adquirida (regressão), assim como uso excessivo de antibióticos.</p> <p>Ainda, Talero <em>et al</em>. (2003), Roselló, Berenguer, Baixauli (2018), Loyacono <em>et al</em>. (2020), Lamborena Ramos <em>et al</em>. (2024) descrevem como indicadores de épocas escolares o fato de o indivíduo desenvolver alguma fala, mas o discurso tender a ser robótico, monótono ou repetitivo (ecolalia) que pode vir em formato de gritos persistentes ou mesmo não realizar uma boa abordagem social, diferente de uma conversa entre neurotípicos.</p> <p>Além disso, Talero <em>et al</em>. (2003), García Salazar e Huitrado Treviño (2024),&nbsp; Oliveira, Schmidt, Coelho, 2024 descrevem haver um distanciamento social e dificuldade em interpretar nuances da comunicação, com poucas expressões faciais, havendo a aparência de serem excêntricos ou mal-educados, devido à incapacidade de detectar intencionalidades ou convenções sociais, havendo ausência de atenção compartilhada (não apontar ou mostrar objetos), não responder ao nome e desintegração sensorial. Também, pode haver uma gramática preservada, mas dificuldades em compreender ironias e metáforas, compreendendo literalmente as expressões ditas por outras pessoas e ocorrer falta compreensão junto às pistas sociais e hierarquias. A manipulação de objetos (<em>stimming</em>) são acontecimentos frequentes, assim como a incapacidade de brincar de faz-de conta. O fato de não conseguir focar a atenção em um objeto simultaneamente com outra pessoa ainda pode ser percebido junto à existência de habilidades excepcionais em áreas como música ou cálculo (Roselló, Berenguer, Baixauli, 2018; Lamborena Ramos <em>et al</em>., 2024).</p> <p>Por sua vez, Jaramillo-Arias, Sampedro-Tobón e Sánchez-Acosta (2022) ainda acrescentam a existência de hipersensibilidade sensorial somando ao disposto por Talero <em>et al</em>. (2003) quanto ao que se segue: 1) dificuldade do sujeito em desenvolver linguagem funcional; 2) incapacidade de que se relacione com pares; 3) presença de um isolamento, que pode ser confundido com outros transtornos, como esquizofrenia; 4) existência de déficits na compreensão das intenções alheias, tendendo a focar em detalhes em vez do contexto global.</p> <p>Além das comorbidades já citadas, Lamborena Ramos <em>et al</em>. (2024) relatam em seus estudos como principais comorbidades o TDAH (50-70%), transtornos de ansiedade (40%), tics (11%) e transtornos depressivos (10%), sendo estes últimos quatro vezes mais frequentes em pessoas com TEA e que se manifestam não como tristeza, mas como irritabilidade, agitação, insônia, apatia ou anedonia, podendo haver, conforme Roselló, Berenguer, Baixauli (2018), problemas de conduta. Ainda, Roselló, Berenguer, Baixauli (2018) descrevem déficits significativos nas áreas pessoais, como na realização de higiene e ao vestir-se, assim como na compreensão e execução de ações determinadas por regras de segurança, no uso adequado do dinheiro e, de maneira geral, na orientação. Estes mesmos autores asseveram que a presença dos problemas emocionais e comportamentais citados desregula a percepção, tornando a criança “difícil” sob os olhos de quem os avalia.</p> <p>García Salazar e Huitrado Treviño (2024) ainda citam haver ausência de posturas antecipatórias no bebê (não preparando o corpo para ser pego no colo) e falta de ajuste corporal da criança ao cuidador; aversão a ruídos fortes e objetos em movimento, tendo uma memória excepcional para temas de interesse; falta de consciência proprioceptiva, havendo diferenças no processamento verbal e na forma como o corpo se situa no espaço.</p> <p>Freire e Cardoso (2022) descrevem que meninas com TEA tendem a disfarçar melhor os sintomas, sendo muitas vezes interpretadas como tímidas, educadas ou perfeccionistas. Gonçalves <em>et al</em>. (2024) ainda relatam haver, a partir dos 24 meses, dificuldades nítidas no brincar imaginativo e no uso correto de brinquedos, inabilidade em manter-se em pé por períodos prolongados ou quedas frequentes ao andar como sinais correlatos, em alguns casos.</p> <p>A abordagem e avaliação da pessoa com TEA precisam ser multidisciplinares, envolvendo médicos, fonoaudiólogos, psicólogos e pedagogos, para que o que inicialmente foi enxergado por familiares e educadores, de maneira mais superficial, seja estudado mais profundamente por especialistas (Talero <em>et al</em>., 2003), especialmente antes dos 3 anos de idade e que capturem desde os casos mais severos até os casos mais sutis (Jaramillo-Arias, Sampedro-Tobón e Sánchez-Acosta, 2022).</p> <p>Infelizmente, existe um atraso significativo na percepção dos sinais e sintomas, o que revela uma procura tardia dos pais para que haja um diagnóstico da criança, o que, consequentemente, promove um retardo no início das terapias (De La Jara <em>et al</em>., 2020). Esses mesmos autores revelam ser importante existirem escalas de rastreio acompanhadas de informações que eduquem os pais sobre o desenvolvimento neurotípico, para que a suspeita possa ocorrer antes dos 24 meses.</p> <p>Roselló, Berenguer, Baixauli (2018) descrevem que escalas de rastreio precisam dar mais peso às dificuldades sócio-comunicativas, pois elas têm maior poder preditivo para falhas adaptativas do que os comportamentos repetitivos. Ainda, descrevem que devem perguntar se o avaliado segue regras de jogo, consegue pedir ajuda ou mantém a higiene pessoal e, conforme Resstel<em> et al. </em>(2024), deve-se avaliar as atividades verbais e não-verbais da criança.</p> <p>A escala de rastreio precisa levar em conta uma abordagem integral do indivíduo, servindo, conforme Ribeiro <em>et al</em>. (2023), Romão e Faria (2024) e Gonçalves <em>et al</em>. (2024) como um documento de suporte robusto para que profissionais recebam sinais concretos observados no cotidiano escolar, local onde são observados comportamentos que muitas vezes não aparecem no consultório e que é um centro de vigilância do desenvolvimento que pode mudar o destino de uma criança e sua família, facilitando&nbsp; o raciocínio clínico e respeitando as singularidades do transtorno, pois o TEA se trata de uma questão de saúde pública urgente.</p> <p>Assim, a escala deve ser aplicada, preferencialmente, nos primeiros anos da Educação Infantil para aproveitar a janela de maior plasticidade neural, fazendo o diagnóstico precocemente, conforme Ribeiro <em>et al</em> (2023), que seria o divisor de águas para o prognóstico de longo prazo.</p> <p>Conclui-se que os professores estão mais capacitados para enxergar o espectro em crianças que antes eram ignoradas, sendo a escala de rastreio uma ferramenta que consolida o “olhar atento” na escola, garantindo o aumento de números e notificações que sejam traduzidas em um aumento de suporte real aos indivíduos com TEA.</p> <p>Dessa forma, haver uma escala de rastreio seria uma ferramenta da garantia dos direitos e dignidade da pessoa autista, pois o diagnóstico de TEA é lento devido à negligência em tratá-lo como prioridade junto às instâncias educacionais. Assim, usar de uma escala é um “fechar” de lacunas entre o olhar do educador e a conduta de especialistas, reduzindo a morosidade do diagnóstico.</p> <p>É preciso focar no comportamento social, incluindo sinais de desenvolvimento motor, sensorial e nutricional, sendo redigida de uma forma que possa ser lida por médicos e terapeutas, servindo como uma guia de encaminhamento fundamentada, ligando, o chão da escola ao consultório especializado.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1825 A CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO NO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE FUTURA E SEU IMPACTO SOCIAL NUMA COMUNIDADE EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE 2026-05-20T10:17:59-03:00 Elimeire Alves de Oliveira contato@epitaya.com.br Ana Paula Rodrigues contato@epitaya.com.br Tiago Moreno Lopes Roberto contato@epitaya.com.br Vagner Aquino Zeferino contato@epitaya.com.br Suéllen Danúbia da Silva contato@epitaya.com.br <p>A universidade contemporânea vem sendo chamada a assumir um papel cada vez mais ativo na promoção do desenvolvimento social. Entre as funções essenciais da educação superior destaca?se a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, princípio estabelecido pela Constituição Federal de 1988. Nesse sentido, a extensão universitária constitui um importante mecanismo de interação entre a produção acadêmica e as demandas da sociedade.</p> <p>Segundo Santos (2011), a universidade precisa ampliar seu diálogo com a sociedade, contribuindo para a democratização do conhecimento e para a construção de soluções coletivas para os problemas sociais. A extensão universitária representa, portanto, um espaço privilegiado para o desenvolvimento de práticas educativas transformadoras.</p> <p>No Brasil, a curricularização da extensão foi regulamentada pela Resolução CNE/CES nº 7/2018, que estabelece que pelo menos 10% da carga horária total dos cursos de graduação deve ser composta por atividades extensionistas. Essas ações devem promover a interação dialógica entre universidade e comunidade, valorizando a troca de saberes e a construção coletiva do conhecimento.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1828 INCLUSÃO ESCOLAR DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA: DIÁLOGO ENTRE EDUCAÇÃO, SAÚDE E LEGISLAÇÃO 2026-05-20T10:29:13-03:00 Elimeire Alves de Oliveira contato@epitaya.com.br Tiago Moreno Lopes Roberto contato@epitaya.com.br Ana Paula Rodrigues contato@epitaya.com.br Gerardo Maria de Araujo Filho contato@epitaya.com.br Wanderson de Paula Pinto contato@epitaya.com.br <p>A inclusão escolar representa um importante avanço na garantia do direito à educação para todos os indivíduos, especialmente para estudantes com deficiência. Ao longo das últimas décadas, diversos documentos legais e políticas públicas foram implementados no Brasil com o objetivo de promover a equidade educacional e superar práticas excludentes historicamente presentes no sistema de ensino.</p> <p>A Constituição Federal de 1988 estabelece que a educação é um direito de todos e um dever do Estado e da família, devendo ser promovida com vistas ao pleno desenvolvimento da pessoa, ao exercício da cidadania e à qualificação para o trabalho (Brasil, 1988). Nesse sentido, o atendimento educacional aos estudantes com deficiência deve ocorrer, preferencialmente, na rede regular de ensino.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1829 MANEJO DO COMPORTAMENTO SUICIDA NOS SERVIÇOS DE SAÚDE: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO 2026-05-20T10:33:17-03:00 Diogo Bueno Mendanha contato@epitaya.com.br Tiago Moreno Lopes Roberto contato@epitaya.com.br Gerardo Maria de Araujo Filho contato@epitaya.com.br <p>O comportamento suicida constitui um importante problema de saúde pública, representando um fenômeno complexo e multifatorial que envolve aspectos biológicos, psicológicos, sociais e culturais. Trata-se de uma manifestação que abrange desde a ideação suicida até o suicídio consumado, exigindo atenção especializada e intervenções efetivas por parte dos profissionais de saúde. Sua elevada incidência tem despertado preocupação crescente entre pesquisadores e instituições de saúde, especialmente diante do aumento significativo de casos entre adolescentes e adultos jovens, população considerada particularmente vulnerável em razão de fatores emocionais, sociais e contextuais (BALDAÇARA et al., 2024).</p> <p>A literatura aponta que o atendimento a indivíduos com comportamento suicida exige abordagem técnica qualificada, escuta sensível e capacidade de avaliação clínica ampliada, considerando não apenas sintomas aparentes, mas também fatores de risco associados, tais como transtornos mentais, histórico de tentativas anteriores, isolamento social, perdas afetivas, conflitos interpessoais e ausência de rede de apoio (DAUDT et al., 2017).</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1781 A INFLUÊNCIA DAS TECNOLOGIAS NAS ORGANIZAÇÕES: UM OLHAR SOBRE A SAÚDE MENTAL 2026-02-27T15:44:03-03:00 Rosângela Mota dos Anjos rosangelamotta@ymail.com Tiago Moreno Lopes Roberto contato@epitaya.com.br Elimeire Alves de Oliveira contato@epitaya.com.br <p>Este resumo analisa os impactos da transformação digital nas organizações, destacando que a incorporação intensiva de tecnologias e da Inteligência Artificial ultrapassa a dimensão produtiva e alcança a saúde mental dos trabalhadores. Evidencia-se que a automação e a hiperconectividade ampliam pressões adaptativas, redefinem competências e potencializam riscos psicossociais no ambiente laboral. Assim, reforça-se a necessidade de modelos organizacionais que conciliem inovação tecnológica e gestão humanizada do trabalho.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1753 MÍDIAS SOCIAIS E SOFRIMENTO PSÍQUICO NO SÉCULO XXI 2026-01-27T14:14:26-03:00 Thiago Ruither Vilas Boas thiago.ruither@gmail.com Tiago Moreno Lopes Roberto contato@epitaya.com.br <p>No século XXI, as mídias sociais configuram-se como ambientes altamente estruturados por contingências de reforçamento social imediato e intermitente, capazes de moldar padrões comportamentais relacionados à autorregulação, ao manejo de tarefas e às respostas emocionais. Sob a perspectiva da Análise do Comportamento e da Psicologia Cognitivo-Comportamental, o uso dessas plataformas pode ser compreendido como um conjunto de comportamentos mantidos por consequências sociais variáveis, o que contribui para a persistência do engajamento e para o aumento de sofrimento psíquico em determinados contextos. O presente estudo teve como objetivo analisar evidências empíricas recentes sobre a relação entre uso de mídias sociais e sofrimento psíquico, com foco em ansiedade, depressão e estresse, a partir de uma revisão bibliográfica.</p> <p>Trata-se de uma revisão narrativa baseada exclusivamente em três artigos científicos previamente selecionados, disponíveis na plataforma SciELO, no portal da Revista FSA (UNIFSA) e no <em>Journal of Medical Internet Research</em>. Foram analisados estudos que investigaram padrões de uso de mídias sociais, dificuldades de autorregulação comportamental e indicadores de sofrimento psicológico, priorizando resultados quantitativos e interpretações compatíveis com modelos comportamentais e cognitivo-comportamentais.</p> <p>De acordo com o estudo longitudinal realizado por Yu, Dykxhoorn e Plackett (2024), conduzido com 15.836 adultos no Reino Unido, foram analisados os efeitos de diferentes tipos de uso de mídias sociais sobre a saúde mental ao longo do tempo. Os autores observaram que indivíduos que utilizavam as redes sociais de forma ativa, caracterizada pela publicação frequente de conteúdos, apresentaram aumento significativo nos escores de sofrimento psíquico após um ano (? = 0,35; p = 0,04), mensurados pela escala GHQ-12, instrumento amplamente utilizado para avaliar sintomas de ansiedade e depressão. Esse resultado indica que o uso ativo recorrente está associado a maior sofrimento psicológico ao longo do tempo, mesmo após o controle de variáveis sociodemográficas. Em contraste, o mesmo estudo não identificou associação estatisticamente significativa entre o uso passivo das mídias sociais, limitado à visualização de conteúdos, e o agravamento da saúde mental, sugerindo que o padrão comportamental ativo exerce maior impacto sobre os desfechos psicológicos do que o tempo de exposição isoladamente (Yu; Dykxhoorn; Plackett, 2024).</p> <p>No estudo conduzido por Oré Choque et al. (2025), com uma amostra de 372 participantes, foi analisada a relação entre o uso de redes sociais e a procrastinação acadêmica. Os resultados indicaram associação estatisticamente significativa entre uso frequente dessas plataformas e níveis elevados de procrastinação (?² = 55,345; p = 0,000), evidenciando que a probabilidade de adiamento de tarefas acadêmicas é significativamente maior entre indivíduos que utilizam intensamente as redes sociais. Segundo os autores, esse achado sugere que as mídias sociais atuam como estímulos altamente reforçadores, competindo com atividades acadêmicas percebidas como aversivas e favorecendo comportamentos de esquiva, o que compromete a autorregulação comportamental (Oré Choque et al., 2025).</p> <p>Complementarmente, a revisão teórica realizada por Brito e Rodrigues (2011), fundamentada na Psicologia Cognitivo-Comportamental, aponta que o estresse e a ansiedade têm se intensificado na sociedade contemporânea em função de ambientes marcados por alta exigência, ritmo acelerado e pressão constante por desempenho. Os autores destacam que uma parcela significativa das demandas por atendimento médico está associada a quadros de estresse, evidenciando seu papel central no adoecimento psicológico. Nesse contexto, as mídias sociais podem ser compreendidas como um estressor ambiental adicional, ao impor disponibilidade contínua, monitoramento constante de interações sociais e reforçamento intermitente, fatores reconhecidos como mantenedores de respostas ansiosas e estressoras (Brito; Rodrigues, 2011).</p> <p>Conclui-se que as evidências analisadas indicam que o comportamento humano no século XXI tem sido significativamente influenciado pelas contingências presentes nas mídias sociais. O uso ativo e frequente dessas plataformas associa-se a maior sofrimento psíquico, enquanto o uso intenso contribui para dificuldades de autorregulação comportamental, como a procrastinação, favorecendo o aumento de estresse e ansiedade. Esses achados reforçam a importância de intervenções preventivas e educativas baseadas na Análise do Comportamento e na Psicologia Cognitivo-Comportamental, voltadas à promoção de padrões mais funcionais de uso das mídias sociais e à preservação da saúde mental.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/74-76 NEURODIVERSIDADE E OS DESAFIOS DA INCLUSÃO DE PESSOAS AUTISTAS NA SOCIEDADE 2026-05-20T10:38:46-03:00 Sandra Larissa dos Santos Lemos contato@epitaya.com.br Tiago Moreno Lopes Roberto contato@epitaya.com.br <p>A compreensão sobre saúde mental e diferenças neurológicas tem se expandido progressivamente, favorecendo perspectivas mais inclusivas acerca da diversidade. Nesse cenário, emerge o conceito de neurodiversidade, que propõe o reconhecimento e a valorização dessas diferenças como expressões legítimas da pluralidade humana, em contraponto a modelos estritamente normativos.</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por alterações na comunicação social e por padrões restritos e repetitivos de comportamento (OMS, 2019). Entretanto, a forma como essas características são interpretadas depende diretamente dos contextos sociais e culturais. Segundo Silva (2012), a compreensão do autismo tem evoluído ao longo do tempo, deixando de ser vista apenas como um transtorno incapacitante para ser considerada uma condição com diferentes formas de expressão.</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A perspectiva da neurodiversidade questiona práticas voltadas exclusivamente à normalização do comportamento, propondo uma abordagem centrada no respeito às singularidades dos indivíduos. Nesse sentido, este trabalho tem como objetivo analisar os desafios da inclusão de pessoas autistas na sociedade contemporânea, com foco nas implicações para a saúde mental.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1832 BURNOUT EM PROFISSIONAIS DA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO APLICADA: IMPACTOS DA PRÁTICA CLÍNICA NA SAÚDE MENTAL 2026-05-20T10:44:33-03:00 Sandra Larissa dos Santos Lemos contato@epitaya.com.br Tiago Moreno Lopes Roberto contato@epitaya.com.br <p>As recentes transformações no mundo do trabalho têm elevado progressivamente as exigências profissionais, sobretudo nas áreas da saúde, em que o envolvimento emocional é parte inerente da atuação. Nesse cenário, a Síndrome de Burnout tem sido amplamente discutida como um problema relevante de saúde mental, caracterizado por exaustão emocional, distanciamento afetivo e redução da eficácia profissional (MASLACH; LEITER, 2016).</p> <p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (2019), o Burnout é um fenômeno ocupacional resultante do estresse crônico no trabalho que não foi gerenciado de forma eficaz. Estudos recentes indicam um aumento significativo nos níveis de estresse entre profissionais da saúde, especialmente após mudanças organizacionais intensificadas nos últimos anos (WEST et al., 2016).</p> <p>No contexto da Análise do Comportamento Aplicada, profissionais atuam no atendimento a indivíduos neurodivergentes por meio de intervenções individualizadas e intensivas. Essa atuação exige alto nível de envolvimento cognitivo, emocional e comportamental, configurando-se como um fator de risco para o desenvolvimento de esgotamento.</p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books https://portal.epitaya.com.br/index.php/ebooks/article/view/1833 PESQUISAS INTERDISCIPLINARES DO COMPORTAMENTO HUMANO NO SÉCULO XXI 2026-05-20T17:01:47-03:00 Tiago Moreno Lopes Roberto contato@epitaya.com.br Gerardo Maria de Araujo Filho contato@epitaya.com.br Elimeire Alves de Oliveira contato@epitaya.com.br Ana Paula Rodrigues contato@epitaya.com.br Wanderson de Paula Pinto contato@epitaya.com.br <p style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm; margin: 0cm 51.9pt 0cm 42.55pt;"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">A <strong>obra <em>Pesquisas Interdisciplinares do Comportamento Humano no Século XXI</em></strong> reúne reflexões contemporâneas sobre os múltiplos aspectos que permeiam a experiência humana em uma sociedade marcada por profundas transformações sociais, tecnológicas, educacionais e emocionais. Em um cenário de constantes mudanças, compreender o comportamento humano tornou-se um desafio que exige diálogo entre diferentes áreas do conhecimento, integração de saberes e sensibilidade diante das complexidades da vida moderna.</span></p> <p style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm; margin: 0cm 51.9pt 0cm 42.55pt;"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Os capítulos que compõem esta coletânea apresentam pesquisas, revisões e análises que transitam entre a Psicologia, Educação, Saúde, Neurociência, Tecnologia, Inclusão Social e Humanização do cuidado, evidenciando a importância da interdisciplinaridade na construção de respostas mais amplas e efetivas para as demandas do século XXI.</span></p> <p style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm; margin: 0cm 51.9pt 0cm 42.55pt;"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Ao longo da obra, o leitor encontrará discussões fundamentais acerca dos cuidados paliativos, da saúde mental em tempos de inteligência artificial, dos impactos das mídias sociais e das tecnologias nas relações humanas, bem como reflexões sobre inclusão escolar, neurodiversidade, sofrimento psíquico, prevenção do comportamento suicida e humanização nos contextos hospitalares e educacionais. Também são abordadas temáticas sensíveis e urgentes, como a perda gestacional e neonatal, o acolhimento de pacientes surdos, os desafios enfrentados por profissionais da saúde mental e as implicações emocionais decorrentes das novas dinâmicas sociais contemporâneas.</span></p> <p style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm; margin: 0cm 51.9pt 0cm 42.55pt;"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Mais do que apresentar resultados acadêmicos, esta obra propõe um convite à reflexão crítica sobre o cuidado humano em suas diferentes dimensões. Os autores demonstram, por meio de seus estudos, que compreender o comportamento humano requer não apenas conhecimento técnico e científico, mas também empatia, escuta, ética e compromisso social.</span></p> <p style="text-align: justify; text-indent: 1.0cm; margin: 0cm 51.9pt 0cm 42.55pt;"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Arial',sans-serif;">Nesse contexto, <em>Pesquisas Interdisciplinares do Comportamento Humano no Século XXI</em> consolida-se como uma contribuição relevante para pesquisadores, estudantes, profissionais e leitores interessados em compreender os desafios emocionais, sociais e comportamentais que emergem na contemporaneidade. Trata-se de uma leitura que amplia perspectivas, promove diálogos necessários e reforça a importância da ciência interdisciplinar na construção de uma sociedade mais humana, inclusiva e consciente.</span></p> 2026-05-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Epitaya E-books