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<p class="p1"><span class="s1">A Epitaya E-books é uma plataforma</span> especializada em publicações acadêmicas e conta com um Comitê Editorial formado por consultores científicos reconhecidos em suas áreas de atuação.</p> <p class="p3">O que pode ser registrado na Epitaya E-books?</p> <ul class="ul1"> <li class="li3">Resultados de pesquisa;</li> <li class="li3">Revisão bibliográfica;</li> <li class="li3">Trabalho de Conclusão de Curso;</li> <li class="li3">Dissertação de Mestrado;</li> <li class="li3">Tese de Doutorado;</li> <li class="li3">Outros.</li> </ul> <p class="p1">Nosso foco é atender de maneira transparente com credibilidade para o autor antes, durante e após a publicação. Zelamos pela excelência na publicação de livros e e-books com vistas ao reconhecimento da produção técnica do autor.</p> <p class="p1">A Equipe é formada por profissionais qualificados e aptos a esclarecer as demandas durante todo o processo de publicação.</p> <p class="p1">#EpitayaEbooks</p>Epitaya Propriedade Intelectual Editora LTDApt-BREpitaya E-books0000-0000O CONSTRUTIVISMO E DESENVOLVIMENTO COGNITIVO INFANTIL NA TEORIA DE PIAGET: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES DO LAR DOS PEQUENINOS
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<p>O propósito deste artigo é discutir o desenvolvimento humano infantil aplicado a crianças que contemplam o segundo período do desenvolvimento estipulado por Piaget, comparando suas análises e teorias à observação prática de crianças no período definido. Buscando entender o processo do desenvolvimento humano e a relevante para o entendimento da concepção humana. Assim como estudar os períodos desse desenvolvimento, definidos por Piaget, no qual proporciona o entendimento evolutivo do ser. Sabemos que os estudos dos períodos que abrangem cada faixa etária humana possibilitam compreender a forma como o indivíduo desenvolve sentimentos e seu intelecto, expressam suas emoções e interagem com o meio em que vive. Dessa forma, ao examinar os trabalhos sobre o desenvolvimento cognitivo humano aplicado as crianças de idade entre dois e três anos percebem-se que independentemente da faixa etária o indivíduo pode desenvolver-se de forma independente de outros indivíduos de mesma faixa etária, mediante seu meio de convívio e crescimento. Com base na revisão de literatura na temática do desenvolvimento da aprendizagem infantil, esse estudo foi produzido pelas análises de atividades realizadas em sala de aula nas turmas do maternal.</p>Gabriela Leal Nunes
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2026-09-292026-09-29113872010.47879/ed.ep.20260583p7METODOLOGIAS ATIVAS E OS DESAFIOS ENFRENTADOS PELO DOCENTE
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<p>Este artigo discute a relevância das metodologias ativas no contexto educacional contemporâneo, destacando sua capacidade de promover maior engajamento, autonomia e protagonismo dos estudantes. Fundamentado em autores clássicos como John Dewey, Paulo Freire e David Ausubel, o estudo apresenta diferentes perspectivas teóricas que sustentam a prática pedagógica ativa. Dewey enfatiza a experiência prática como eixo da aprendizagem; Freire defende o diálogo crítico e a problematização como instrumentos de transformação social; e Ausubel destaca a importância da aprendizagem significativa, vinculando novos conhecimentos aos saberes prévios. Além dos fundamentos teóricos, o artigo analisa resultados de pesquisas recentes que confirmam a eficácia das metodologias ativas na retenção de conhecimento e no desenvolvimento de competências críticas e criativas. Também são discutidos os principais desafios e controvérsias relacionados à sua implementação, como a insuficiência da formação docente, a limitação da infraestrutura escolar e a complexidade dos processos de avaliação. Conclui-se que as metodologias ativas não são apenas uma tendência pedagógica, mas uma necessidade diante das demandas do século XXI. Sua consolidação, entretanto, depende de políticas educacionais consistentes, apoio institucional e contínua reflexão crítica sobre sua aplicabilidade. O artigo contribui para o debate acadêmico ao oferecer uma visão integrada dos fundamentos teóricos, práticas e desafios, apontando caminhos para uma educação mais significativa e transformadora.</p>Adegmar Ferreira Borges Tavares
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2026-09-292026-09-291138212510.47879/ed.ep.20260583p21MATRICIAMENTO EM SAÚDE MENTAL NA APS: IMPACTO NOS DESFECHOS DOS PACIENTES
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<p>A integração da saúde mental à Atenção Primária à Saúde (APS) é estratégica para ampliar o acesso, assegurar longitudinalidade e evitar que demandas frequentes sejam reduzidas a encaminhamentos para serviços especializados. No Sistema Único de Saúde (SUS), o apoio matricial constitui um arranjo técnico-pedagógico e assistencial que aproxima equipes de referência e especialistas para discussão de casos, atendimentos compartilhados, educação permanente e construção conjunta de projetos terapêuticos. Seu propósito não é substituir a responsabilidade da APS nem criar uma porta paralela de encaminhamento, mas ampliar a capacidade de cuidado no território e qualificar a articulação com a Rede de Atenção Psicossocial (CHIAVERINI, 2011; CAMPOS; DOMITTI, 2007).</p>Vitória de Negreiros BarbozaDhouglas Diniz MotaLaura Leme de Araujo Rodrigues da SilvaFelipe SfoliaIsabela Wenglarek Delorenzo
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2026-09-292026-09-291138262710.47879/ed.ep.20260583p26PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DAS INTERNAÇÕES POR OFTALMOPATIAS CONGÊNITAS INFECCIOSAS NO SUS
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<p>As infecções adquiridas durante a gestação podem produzir repercussões fetais e neonatais de elevada gravidade, incluindo alterações oculares capazes de comprometer o desenvolvimento visual. Entre as etiologias de maior interesse clínico e epidemiológico, a toxoplasmose congênita se destaca pela possibilidade de retinocoroidite e sequelas visuais; a infecção transplacentária decorre da infecção materna aguda e requer reconhecimento oportuno para reduzir danos potencialmente evitáveis (BRASIL, 2018; PAULA et al., 2021). No contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), as internações registradas no Sistema de Informações Hospitalares (SIH/SUS) constituem fonte relevante para descrever a utilização hospitalar, embora não representem a totalidade dos casos, pois parte expressiva do diagnóstico, acompanhamento e reabilitação ocorre em âmbito ambulatorial.</p>Alessandra Almeida RochaLaura Leme de Araujo Rodrigues da SilvaLaura Poeta
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2026-09-292026-09-291138283010.47879/ed.ep.20260583p28SÍFILIS E SUA REEMERGÊNCIA: ESTADIAMENTO CLÍNICO, INTERPRETAÇÃO DE EXAMES E MANEJO DA SÍFILIS CONGÊNITA
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<p>A sífilis, infecção sexualmente transmissível causada pelo Treponema pallidum, permanece um dos maiores desafios de saúde pública mundial, apesar de dispor de tratamento eficaz e de baixo custo desde a década de 1940 (FREITAS et al., 2021). Nas últimas duas décadas, o Brasil registrou reemergência expressiva da doença, fenômeno atribuído a fatores como redução do uso de preservativos, desabastecimento periódico de penicilina e fragilidades na atenção primária, associadas à ampliação do acesso a testes diagnósticos (FREITAS et al., 2021).</p>Gabriella Gonçalves EvangelistaVitor Christo LeonePedro Christo LeoneTamires de Cássia Miranda Calixto BelleboniLatife Said Zeitum
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2026-09-292026-09-291138313310.47879/ed.ep.20260583p31CRISES PSIQUIÁTRICAS NA EMERGÊNCIA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA
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<p>As crises psiquiátricas constituem apresentações frequentes e complexas nos serviços de emergência, incluindo agitação psicomotora, comportamento agressivo, risco de suicídio, intoxicação por substâncias e descompensação de transtornos mentais. A agitação, em especial, é considerada uma emergência médica e psiquiátrica, pois pode expor o paciente, familiares e profissionais a risco de dano, além de estar associada a causas orgânicas potencialmente graves (CURRY et al., 2023). A assistência qualificada demanda avaliação simultânea da segurança, do estado clínico e mental e do risco imediato, evitando atribuir automaticamente os sintomas a um transtorno psiquiátrico preexistente. Esta revisão sistemática de literatura discute princípios assistenciais aplicáveis ao acolhimento, à avaliação e ao manejo inicial de crises psiquiátricas na emergência.</p>Isabela Wenglarek DelorenzoBruna Tífani BitzcofGabriel Mendes NascimentoQuerem Evelyn da Silva PereiraLethicia Altina Prado da Silva
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2026-09-292026-09-291138343510.47879/ed.ep.20260583p34FEBRE SEM SINAIS LOCALIZATÓRIOS NO LACTENTE: ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO E USO RACIONAL DE EXAMES
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<p>A febre sem sinais localizatórios é uma das queixas mais frequentes em lactentes atendidos em serviços de urgência, representando desafio diagnóstico relevante em razão do risco de infecção bacteriana invasiva (IBI) em crianças com aparência clínica muitas vezes preservada. Nos primeiros meses de vida, a imaturidade imunológica e a dificuldade de identificar sinais clínicos específicos tornam a avaliação isolada pelo exame físico insuficiente para excluir infecções graves, como bacteriemia e meningite bacteriana. Diante disso, diretrizes recentes recomendam abordagem estruturada por faixa etária, combinando avaliação clínica, exames complementares e marcadores inflamatórios para estratificar o risco e orientar decisões sobre investigação, tratamento empírico e necessidade de internação (PANTELL et al., 2021). O reconhecimento apropriado desse risco é essencial para equilibrar segurança clínica e uso racional de recursos diagnósticos.</p>Lidia Braz FernandesVitor Christo LeonePedro Christo LeoneCesar Romero Lima FerreiraJuliana de Oliveira Alves
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2026-09-292026-09-291138363710.47879/ed.ep.20260583p36SEPSE NO PRONTO ATENDIMENTO: DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DE PROTOCOLOS ASSISTENCIAIS
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<p>A sepse é uma síndrome de disfunção orgânica potencialmente fatal, decorrente de resposta desregulada do hospedeiro à infecção, e exige reconhecimento e tratamento precoces. No pronto atendimento, a apresentação clínica heterogênea, a sobreposição com outras condições agudas e a necessidade de decisões em curto intervalo de tempo tornam sua abordagem particularmente desafiadora. Protocolos assistenciais estruturados organizam a identificação de pacientes com suspeita de infecção e disfunção orgânica, a coleta de exames, o início de antimicrobianos, a ressuscitação e o encaminhamento para o nível assistencial adequado. As diretrizes da Surviving Sepsis Campaign recomendam que o tratamento e a ressuscitação sejam iniciados imediatamente, com reavaliação clínica contínua (EVANS et al., 2021).</p>Laura Leme de Araujo Rodrigues da SilvaVitor Christo LeonePedro Christo LeoneGiulia Weber Fernandes da SilvaRebeca Ribeiro Marques
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2026-09-292026-09-291138383910.47879/ed.ep.20260583p38COORDENAÇÃO DO CUIDADO NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: PREVENÇÃO, LONGITUDINALIDADE E INTEGRALIDADE
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<p>A Estratégia Saúde da Família (ESF) constitui o modo predominante de organização da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil e estrutura-se a partir de atributos essenciais reconhecidos internacionalmente: acesso de primeiro contato, longitudinalidade, integralidade e coordenação do cuidado (BRASIL, 2017). Após décadas de expansão, a ESF acumulou avanços relevantes na reorientação do modelo assistencial e na ampliação do acesso com equidade; contudo, o cuidado em rede permanece como um desafio não resolvido, sobretudo na articulação entre a atenção primária e os demais pontos do Sistema Único de Saúde (SUS) (MELO; SILVA, 2025). A coordenação do cuidado, entendida como a capacidade de organizar e integrar as ações voltadas a um mesmo usuário ao longo do tempo e entre diferentes serviços, depende tanto de processos internos às equipes de saúde da família quanto de condições estruturais da rede assistencial.</p>Laura Leme de Araujo Rodrigues da SilvaStephanie BuenoQuerem Evelyn da Silva PereiraJúlia Dalegrave MarquesAnne Carolyne Luzia Gonçalves Rufino
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2026-09-292026-09-291138404210.47879/ed.ep.20260583p40SANGRAMENTO UTERINO ANORMAL NO PRONTO ATENDIMENTO
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<p>O sangramento uterino anormal (SUA) corresponde a alterações de volume, duração, regularidade ou frequência do sangramento proveniente do corpo uterino na ausência de gestação. No pronto atendimento, sua apresentação aguda caracteriza episódio de intensidade suficiente para exigir intervenção imediata, seja pelo risco de instabilidade hemodinâmica, seja pelo impacto sintomático e funcional. A prioridade é diferenciar sangramento ginecológico de causas relacionadas à gestação e reconhecer precocemente hipovolemia, anemia importante e condições que demandem intervenção urgente. Após estabilização inicial, a investigação etiológica deve organizar-se pelo sistema PALM-COEIN, que contempla causas estruturais e não estruturais na idade reprodutiva (MUNRO et al., 2018).</p>Caroline Martins Shor Cesar Romero Lima Ferreira Juliana de Oliveira AlvesValéria Souza Bentes da Cunha
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2026-09-292026-09-291138434510.47879/ed.ep.20260583p43OSTEOARTRITE DE JOELHO E QUADRIL: DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO CONSERVADOR E INDICAÇÕES CIRÚRGICAS
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<p>A osteoartrite de joelho e quadril é uma doença articular degenerativa que compromete cartilagem, osso subcondral e estruturas periarticulares, sendo causa relevante de dor crônica e limitação funcional em adultos. Seu diagnóstico é predominantemente clínico, sustentado por história de dor mecânica, rigidez de curta duração e exame físico compatível, com exames de imagem utilizados para confirmação e exclusão de diagnósticos alternativos, e não como critério isolado de gravidade. O manejo inicial deve priorizar intervenções não farmacológicas e farmacológicas antes de considerar procedimentos cirúrgicos, conforme reforçado por revisão sistemática de diretrizes internacionais que convergem na recomendação de exercício terapêutico, educação do paciente e controle de peso como pilares do cuidado (CONLEY et al., 2023). Assim, o capítulo situa-se na necessidade de conduzir o paciente por um percurso terapêutico progressivo e individualizado, reservando a cirurgia para situações bem definidas.</p>Lorenzo Hendler MaggiLucas Bortogliero do ValleLuiz Fernando Jun AoyagiJuliana de Oliveira AlvesGiulia Weber Fernandes da Silva
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2026-09-292026-09-291138464710.47879/ed.ep.20260583p46AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA: ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO E OTIMIZAÇÃO CLÍNICA DO PACIENTE CIRÚRGICO
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<p>A avaliação pré-anestésica é uma etapa central do cuidado perioperatório, destinada a reconhecer condições clínicas que modificam o risco, planejar a técnica anestésica e cirúrgica e preparar o paciente para o procedimento. Seu propósito não é apenas autorizar ou adiar uma operação, mas promover decisão compartilhada e intervenções proporcionais ao risco individual e à urgência cirúrgica. A avaliação deve integrar história clínica, exame físico, capacidade funcional, comorbidades, medicamentos em uso e características do procedimento. Diretrizes contemporâneas recomendam abordagem cardiovascular escalonada, com utilização de instrumentos validados, como o Revised Cardiac Risk Index (RCRI) ou calculadoras do National Surgical Quality Improvement Program (NSQIP), quando houver doença cardiovascular conhecida, fatores de risco ou sintomas sugestivos (THOMPSON et al., 2024).</p>Caio Augusto Dias CarneiroDiego Daltro Fernandes GomesMoana Borçato CestariJuliana de Oliveira AlvesJúlia Dalegrave Marques
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2026-09-292026-09-291138484910.47879/ed.ep.20260583p48OLHO VERMELHO NA PRÁTICA MÉDICA: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL E SINAIS DE GRAVIDADE
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<p>Olho vermelho é uma queixa frequente em atendimentos ambulatoriais e de urgência, com causas que variam de processos autolimitados a doenças que ameaçam a visão. A hiperemia pode decorrer de acometimento conjuntival, corneano, escleral, uveal ou de aumento agudo da pressão intraocular; por isso, o diagnóstico não deve se basear apenas no aspecto externo. Conjuntivite é uma causa comum de olho vermelho agudo, mas dor intensa, fotofobia, redução visual ou antecedente de trauma penetrante são sinais associados a condições potencialmente graves e exigem avaliação oftalmológica especializada (ROYAL CHILDREN’S HOSPITAL MELBOURNE, 2025). A abordagem inicial estruturada permite diferenciar cenários de menor risco daqueles que requerem encaminhamento imediato.</p>Laura Leme de Araujo Rodrigues da SilvaAlessandra Almeida RochaJuliana de Oliveira Alves
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2026-09-292026-09-291138505110.47879/ed.ep.20260583p50LESÕES CUTÂNEAS SUSPEITAS: AVALIAÇÃO CLÍNICA, DERMATOSCOPIA E RASTREAMENTO DO CÂNCER DE PELE
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<p>A identificação precoce das neoplasias cutâneas depende do reconhecimento oportuno de lesões suspeitas e de encaminhamento adequado para confirmação diagnóstica. No Brasil, o câncer de pele não melanoma é o mais frequente e corresponde a cerca de 30% dos tumores malignos registrados no país, enquanto o melanoma, embora menos incidente, apresenta maior potencial de disseminação (INCA, 2025a; INCA, 2025b). Exposição à radiação ultravioleta, pele clara, história pessoal ou familiar de câncer de pele, múltiplos nevos e imunossupressão integram fatores que devem orientar a estratificação clínica do risco. Nesse cenário, a inspeção cutânea sistematizada e a dermatoscopia qualificam a avaliação, mas não substituem a confirmação histopatológica quando há suspeita de malignidade.</p>Déborah Ellen Alves Vieira SantosAlexandra Saray Borja ManchenoBruno Francisco de Assis Jung PolicarpoEduarda Mansano EstigarribiaGabriela Reginato Prates Martins
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2026-09-292026-09-291138525310.47879/ed.ep.20260583p52ADESÃO AO PROTOCOLO ERAS (ENHANCED RECOVERY AFTER SURGERY) E SEUS IMPACTOS
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<p>O Enhanced Recovery After Surgery (ERAS) consiste em um modelo de cuidado perioperatório multimodal e baseado em evidências, organizado para reduzir a resposta fisiológica ao trauma cirúrgico e favorecer a recuperação. Seus componentes abrangem, conforme a especialidade e o procedimento, educação pré-operatória, abreviação segura do jejum, analgesia multimodal, prevenção de náuseas e vômitos, manutenção da normotermia, mobilização e alimentação precoces. Mais do que a simples existência de um protocolo, os resultados dependem de sua aplicação consistente pela equipe e da participação informada do paciente. Em cirurgia colorretal, diretrizes da ERAS Society sistematizam medidas perioperatórias que articulam decisões cirúrgicas, anestésicas e assistenciais (GUSTAFSSON et al., 2019). Assim, avaliar a adesão permite compreender se os benefícios atribuídos ao ERAS são efetivamente alcançados na prática clínica.</p>Laura Leme de Araujo Rodrigues da SilvaMaria Luiza Gomes MoreiraLaura Poeta
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2026-09-292026-09-291138545510.47879/ed.ep.20260583p54O CÓDIGO DA VIDA ENTRE A VIDA E A MORTE: A PULSÃO, O SINTOMA E O SUJEITO EM FREUD E LACAN
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<p>O presente artigo tem como objetivo discutir a articulação entre a pulsão de vida e de morte no pensamento freudiano e sua reelaboração por Jacques Lacan, especialmente no que concerne ao lugar do sujeito no campo do significante. Propõe-se uma leitura simbólica e topológica da pulsão, compreendendo o real como o ponto de impossibilidade da linguagem e o sintoma como forma de inscrição do sujeito no desejo. A análise sustenta que o fantasma, enquanto estrutura de gozo, não se dissolve — mas pode ser interpretado, deslocado e reinscrito pelo trabalho analítico.</p>Lilian Cristina Gomes Oliveira
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2026-09-292026-09-291138566410.47879/ed.ep.20260583p56CAMINHOS DO CONHECIMENTO
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<p style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 51.85pt 6.0pt 42.55pt;">O conhecimento não percorre um único caminho. Ele se constrói a partir de diferentes olhares, experiências, perguntas e campos de investigação que, quando colocados em diálogo, ampliam a nossa compreensão sobre o ser humano e a sociedade.</p> <p style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 51.85pt 6.0pt 42.55pt;">É nesse sentido que nasce <strong>Caminhos do Conhecimento</strong>, uma obra multidisciplinar que reúne estudos dedicados a diferentes áreas do saber, tendo como fio condutor a busca pela compreensão, pela reflexão crítica e pela produção de conhecimento capaz de contribuir para a prática profissional e para a transformação da realidade.</p> <p style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; margin: 0cm 51.85pt 6.0pt 42.55pt;">Ao longo dos capítulos, o leitor encontrará diferentes perspectivas sobre educação e desenvolvimento humano, saúde, assistência médica, saúde mental, atenção primária, urgência e emergência, saúde da mulher, oftalmologia, dermatologia, cirurgia, ortopedia, pediatria e psicanálise.</p>Bruno Matos de Farias
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2026-09-292026-09-29113816710.47879/ed.ep.20260583