RELATO DE EXPERIÊNCIA - USO DE METODOLOGIAS ATIVAS NO CONTEXTO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
DOI:
https://doi.org/10.47879/ed.ep.20250101p39Palavras-chave:
Medicina veterinária, Adoção responsável, Medicina preventiva, IntoxicaçãoResumo
A partir da Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018, foram estabelecidas as diretrizes para as atividades de extensão na educação superior no Brasil. Essa normativa tem como finalidade integrar ensino, pesquisa e extensão, promovendo a interação dialógica entre universidades e sociedade. Ainda conforme essa resolução, determina-se que, no mínimo, 10% da carga horária total dos cursos de graduação seja destinada a atividades extensionistas.
Nesse contexto, instituições de ensino superior passaram a incorporar em seus currículos a obrigatoriedade do desenvolvimento de ações de extensão. Nos cursos da área da saúde e de ciências agrárias, essas atividades assumem papel ainda mais significativo, uma vez que proporcionam o contato direto com a comunidade, favorecendo o desenvolvimento de competências técnico-científicas e humanísticas. No campo da Medicina Veterinária, essa integração revela-se fundamental para a formação de profissionais comprometidos com a promoção da saúde animal, humana e ambiental, em consonância com o conceito de Saúde Única (Miranda, 2018).

