INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SAÚDE MENTAL: O USO EXCESSIVO, A FALSA SUBSTITUIÇÃO DO PSICÓLOGO E CONSEQUÊNCIAS REAIS

Autores

  • Carolina Caldorin Furlan Centro Universitário de Rio Preto (UNIRP)
  • Beatriz Geovana Manganeli Alves Centro Universitário de Rio Preto (UNIRP)
  • Camila da Silva Barbosa Centro Universitário de Rio Preto (UNIRP)
  • Débora Cristina Furlan Ramos Centro Universitário de Rio Preto (UNIRP)
  • Tiago Moreno Lopes Roberto UNIRP, Faculdade Futura e UNIFAVENI

DOI:

https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260378p17

Palavras-chave:

Inteligência Artificial, Saúde Mental, Psicologia, Tecnologia, Ética

Resumo

A Inteligência Artificial tem se tornado cada vez mais presente no cotidiano, especialmente por meio de assistentes virtuais e plataformas de conversação, alcançando também o campo da saúde mental. Essas tecnologias vêm sendo utilizadas como forma de apoio emocional, orientação e até simulação de atendimentos psicológicos, principalmente por sua acessibilidade e disponibilidade contínua. No entanto, a literatura aponta que  esse uso crescente pode favorecer a criação de vínculos emocionais com sistemas automatizados, levando à confusão entre suporte tecnológico e acompanhamento profissional. Quando a IA passa a ser percebida como substituta do psicólogo, surgem implicações éticas, clínicas e emocionais, como a banalização do sofrimento e o adiamento da busca por ajuda especializada. Diante desse cenário, este trabalho tem como objetivo analisar os efeitos do uso da Inteligência Artificial no contexto da saúde mental, discutindo o impacto do uso excessivo, a falsa substituição do psicólogo e os limites morais dessa prática. Além disso, busca-se compreender de que forma essas tecnologias podem atuar como ferramentas complementares ao cuidado psicológico, sem comprometer a qualidade, os valores éticos e a humanização do atendimento.

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Publicado

2026-05-20

Como Citar

Furlan, C. C. ., Alves, B. G. M., Barbosa, C. da S. ., Ramos, D. C. F. ., & Roberto, T. M. L. . (2026). INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SAÚDE MENTAL: O USO EXCESSIVO, A FALSA SUBSTITUIÇÃO DO PSICÓLOGO E CONSEQUÊNCIAS REAIS. Epitaya E-Books, 1(130), 17-24. https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260378p17

Edição

Seção

Resumo

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