POLIFARMÁCIA E SEGURANÇA DO PACIENTE IDOSO

Autores

  • Giovanna Maria Pereira Zacarin
  • Maria Eduarda Souza Tomaz
  • Mariáh França Guimarães Meirelles de Paula
  • Neélliton Ferreira dos Santos
  • Sergio Alessandro Santos Alves

DOI:

https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260361p92

Palavras-chave:

POLIFARMÁCIA, SEGURANÇA DO PACIENTE, IDOSO

Resumo

A transição demográfica global e o consequente envelhecimento populacional trouxeram consigo um aumento expressivo na prevalência de doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão, diabetes, insuficiência cardíaca e distúrbios cognitivos. Para o manejo adequado dessas múltiplas comorbidades, é frequente e muitas vezes necessária a prescrição de múltiplos fármacos, fenômeno amplamente conhecido como polifarmácia.

Na literatura médica, a polifarmácia é classicamente definida como o uso rotineiro e concomitante de cinco ou mais medicamentos por um único indivíduo. O envelhecimento é acompanhado por diversas alterações fisiológicas naturais que afetam diretamente a farmacocinética e a farmacodinâmica dos medicamentos.

Há redução na função renal e hepática, alterações na composição corporal e modificações na sensibilidade dos receptores. Essas mudanças tornam o paciente idoso excepcionalmente vulnerável a reações adversas a medicamentos (RAMs), interações medicamentosas e intoxicações. Além disso, a polifarmácia está intimamente ligada ao desencadeamento das chamadas "síndromes geriátricas", aumentando substancialmente o risco de quedas, fraturas, declínio cognitivo, incontinência, hospitalizações recorrentes e mortalidade.

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Publicado

2026-04-29

Como Citar

Zacarin, G. M. P. ., Tomaz, M. E. S. ., Paula, M. F. G. M. de ., Santos, N. F. dos ., & Alves, S. A. S. . (2026). POLIFARMÁCIA E SEGURANÇA DO PACIENTE IDOSO. Epitaya E-Books, 1(129), 92-94. https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260361p92

Edição

Seção

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