ENSAIO SOBRE O POSICIONAMENTO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA EM RELAÇÃO A PETIÇÃO INEXISTENTE NO ÂMBITO DO PROCESSO ELETRÔNICO

Autores

  • Alexandre Duarte Quintans Universidade Estadual da Paraíba

DOI:

https://doi.org/10.47879/ed.ep.2024984p447

Palavras-chave:

Processo eletrônico, Petição inicial, Inexistência

Resumo

O presente texto tem como objetivo abordar o posicionamento do Superior Tribunal de Justiça em relação a petição inexistente no âmbito do processo judicial eletrônico. O processo eletrônico mudou a forma e o meio de se pleitear as pretensões em juízo. O papel foi paulatinamente substituído por meios eletrônicos e chaves de acesso que autenticam e legitimam o trâmite processual. Sendo a capacidade postulatória, quase sempre, inerente ao advogado regularmente inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil, a petição inicial deverá ter a devida correlação com o respectivo profissional. A prática dos escritórios de advocacia evidencia modificação nos quadros de advogados, sendo comum uma procuração ser subscrita por vários. Não raras vezes, essa alternância é despercebida tanto no ingresso da petição inicial como no curso do processo: em grau de recurso, por exemplo. Assim, a jurisprudência vem solidificando entendimento em quais casos a petição inicial é considerada inexistente em processo eletrônico.

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Publicado

2024-02-27

Como Citar

Quintans, A. D. (2024). ENSAIO SOBRE O POSICIONAMENTO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA EM RELAÇÃO A PETIÇÃO INEXISTENTE NO ÂMBITO DO PROCESSO ELETRÔNICO. Epitaya E-Books, 1(58), 447-464. https://doi.org/10.47879/ed.ep.2024984p447

Edição

Seção

Capítulo de Livro