APLICAÇÃO DE IMÃS DE NEODÍMIO EM UM CONCENTRADOR PARABÓLICO DE BAIXO CUSTO PARA ESCOLAS
DOI:
https://doi.org/10.47879/ed.ep.20250101p119Palavras-chave:
Concentrador parabólico, Energia Renovável, Ímãs de Neodímio, EscolasResumo
A utilização de energia solar em uma grande escala é registrado a Arquimedes (282 a 212 a.C); que teria danificado a frota romana na Baía de Syracuse (Atualmente pertencente a Itália), focando os raios solares até aquecer e pegar fogo. Este acontecimento foi citado por vários autores no período de 100 a.C e 1100 d.C. Foi relatado que o equipamento utilizado por Arquimedes, que continha um vidro, com 24 espelhos que convergiam para um ponto focal. Outros estudiosos defendem a idéia que Arquimedes teria usado os escudos de soldados invés de espelhos, devido a fabricação de vidros durante a época. Em meados do século XVIII, iniciaram no Oriente médio e na Europa, o desenvolvimento de fornalhas solares, das quais o propósito era a fusão de metais, sobretudo ferro e cobre (Lodi, 2011). Conforme (KALOGIROU, 2009), uma das serventias iniciais em grande proporção foi a fornalha solar elaborada por Lavoisier em 1774, conforme figura 1. Este projeto, detinha uma lente de comprimento de 1,32 m e outra secundária de comprimento 0,2 m e foi capaz de alcançar temperaturas de 1750 º C.

