AS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS GERAM RIQUEZAS - UMA PROPOSTA DE ESTRATÉGIA CLUSTERS
DOI:
https://doi.org/10.47879/ed.ep.20250101p274Palavras-chave:
empreendedores, clusters, estratégia de crescimento econômicoResumo
Segundo dados gerais do perfil do setor, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção-Abit 2025, apesar de “O Brasil ser a maior Cadeia Têxtil completa do Ocidente. Onde só nós ainda temos desde a produção das fibras, como plantação de algodão, até os desfiles de moda, passando por fiações, tecelagens, beneficiadoras, confecções e forte varejo”, e apesar do faturamento de R$203,9 bilhões em 2023 contra R$ 193,2 bilhões em 2022 (IEMI, 2024) existe na cadeia do setor elos frágeis, no varejo interno de comunidades de comércios locais onde atuam micros e pequenos empresários que geram parte dos 1,30 milhão de empregos formais (IEMI, 2024) e 8 milhões ao adicionarmos os indiretos e efeito renda, dos quais 60% são de mão de obra feminina (Abit, 2025), e esse grupo de varejistas têm no E-commerce e na concorrência internacional, desafios adicionais. Portanto, além da qualificação dos gestores, este estudo propõe análise do modelo clusters como estratégia no desenvolvimento econômico e as boas práticas associadas e adequadas a estes varejistas localizados no município de Duque de Caxias, com incentivo da extensão destes conhecimentos, e assim orientar industrialização inclusiva e sustentável, aumentar geração de renda e oportunidade de novos empregos, de acordo com as circunstâncias culturais e modelos de negócios locais já praticados. Desta forma, contribuir para sucesso dos negócios dos empreendedores sociais, conforme proposta 9 do objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS) da Agenda ONU 2030, em construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação.

