MANEJO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL RESISTENTE NA ATENÇÃO PRIMÁRIA
DOI:
https://doi.org/10.47879/ed.ep.20250156p190Palavras-chave:
HIPERTENSÃO ARTERIAL, ATENÇÃO PRIMÁRIA, MANEJOResumo
A hipertensão arterial resistente (HAR) é definida como a elevação persistente da pressão arterial (PA) acima dos valores recomendados, mesmo com o uso concomitante de três ou mais fármacos anti-hipertensivos de diferentes classes, incluindo obrigatoriamente um diurético, todos em doses otimizadas. Essa condição representa um importante desafio clínico e de saúde pública, uma vez que está associada a maior risco de eventos cardiovasculares, renais e cerebrovasculares.
No contexto da atenção primária à saúde (APS), a identificação e o manejo adequado da HAR são fundamentais, pois é nesse nível de atenção que se concentram a maioria dos diagnósticos e o acompanhamento contínuo dos pacientes hipertensos. A atuação da equipe multiprofissional, especialmente do médico e do enfermeiro, é essencial para garantir adesão terapêutica, revisão de fatores de risco e ajuste individualizado do tratamento. Analisar as estratégias de manejo da hipertensão arterial resistente no âmbito da atenção primária à saúde, destacando o papel das equipes multiprofissionais na identificação, acompanhamento e controle dos fatores associados à resistência terapêutica.

