NOVAS ABORDAGENS NO MANEJO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL RESISTENTE
DOI:
https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260330p65Palavras-chave:
HIPERTENSÃO ARTERIAL, NOVAS ABORDAGENS, MANEJOResumo
A hipertensão arterial resistente (HAR) é definida como a persistência de níveis pressóricos elevados, mesmo com o uso adequado de três ou mais classes de medicamentos anti-hipertensivos, incluindo um diurético. Trata-se de uma condição clínica complexa, associada a elevado risco cardiovascular, maior morbimortalidade e desafios significativos no manejo terapêutico. Diante disso, novas abordagens têm sido desenvolvidas visando melhorar o controle pressórico e reduzir complicações.
O diagnóstico da hipertensão resistente requer a exclusão de pseudorresistência, que pode estar relacionada à má adesão ao tratamento, técnica inadequada de aferição da pressão arterial ou efeito do avental branco. Nesse contexto, o uso de monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) e monitorização residencial (MRPA) é fundamental para confirmação diagnóstica. Além disso, a investigação de causas secundárias, como hiperaldosteronismo primário, doença renal crônica e apneia obstrutiva do sono, é essencial para direcionar o tratamento de forma adequada.

