NOVAS ABORDAGENS NO MANEJO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL RESISTENTE

Autores

  • Thalita Juarez Gomes
  • Lara Urives Rosa
  • Felipe Klinkowstrom Bruzetti
  • Tiago Picolo Fernandes

DOI:

https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260330p65

Palavras-chave:

HIPERTENSÃO ARTERIAL, NOVAS ABORDAGENS, MANEJO

Resumo

A hipertensão arterial resistente (HAR) é definida como a persistência de níveis pressóricos elevados, mesmo com o uso adequado de três ou mais classes de medicamentos anti-hipertensivos, incluindo um diurético. Trata-se de uma condição clínica complexa, associada a elevado risco cardiovascular, maior morbimortalidade e desafios significativos no manejo terapêutico. Diante disso, novas abordagens têm sido desenvolvidas visando melhorar o controle pressórico e reduzir complicações.

O diagnóstico da hipertensão resistente requer a exclusão de pseudorresistência, que pode estar relacionada à má adesão ao tratamento, técnica inadequada de aferição da pressão arterial ou efeito do avental branco. Nesse contexto, o uso de monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) e monitorização residencial (MRPA) é fundamental para confirmação diagnóstica. Além disso, a investigação de causas secundárias, como hiperaldosteronismo primário, doença renal crônica e apneia obstrutiva do sono, é essencial para direcionar o tratamento de forma adequada.

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Publicado

2026-03-30

Como Citar

Gomes, T. J. ., Rosa, L. U. ., Bruzetti, F. K. ., & Fernandes, T. P. . (2026). NOVAS ABORDAGENS NO MANEJO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL RESISTENTE. Epitaya E-Books, 1(127), 65-66. https://doi.org/10.47879/ed.ep.20260330p65

Edição

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